O Índice do Capitalismo Humanista (iCapH) caiu 10% em um ano, chegando a 4.517 pontos, o pior resultado desde 2019. Essa queda foi observada em todos os 12 fatores que compõem o índice, mostrando uma crise de confiança nas instituições. O iCapH é um indicador importante para entender o bem-estar econômico em São Paulo e é usado para guiar políticas públicas. A pesquisa, feita com 623 moradores em maio, revelou que a valorização do trabalho humano caiu 16%, a redução das desigualdades sociais e regionais diminuiu 11% e a percepção sobre a propriedade privada teve uma queda de 20%. Ricardo Sayeg, professor da PUC-SP, afirmou que a confiança da população em governos, bancos e empresas está muito baixa, destacando a necessidade urgente de políticas que promovam inclusão e redução das desigualdades.
O Índice do Capitalismo Humanista (iCapH), que avalia a percepção de bem-estar econômico em São Paulo, registrou uma queda de 10% em um ano, alcançando 4.517 pontos. Este é o pior resultado desde 2019. O índice, que é um importante instrumento de utilidade pública, é utilizado para orientar políticas públicas e monitorar o impacto social e econômico de decisões governamentais e empresariais.
A pesquisa, realizada com 623 moradores nos dias 17 e 18 de maio de 2025, revelou que todos os 12 fatores que compõem o índice apresentaram queda. Entre os fatores, destacam-se a valorização do trabalho humano, que caiu 16%, a redução das desigualdades regionais e sociais, com uma diminuição de 11%, e a propriedade privada, que teve uma queda de 20%.
Ricardo Sayeg, professor da PUC-SP e presidente do Instituto do Capitalismo Humanista, afirmou que “os indicadores pioraram, e a taxa de confiança do governo, dos bancos e das empresas no bem-estar da população de São Paulo está péssima”. Ele destacou que os resultados do iCapH escancaram a crise de confiança nas instituições e a necessidade urgente de políticas públicas que priorizem a inclusão e a redução das desigualdades.
Sayeg enfatizou que o Capitalismo Humanista busca integrar governo, empresas e sociedade civil para promover um desenvolvimento verdadeiramente inclusivo. A divulgação oficial do relatório ocorrerá no Diário Oficial da cidade de São Paulo em 28 de junho.
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