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Azul busca acordo com credores para reestruturação financeira após Chapter 11

Azul busca consenso com credores para reestruturação no Chapter 11, enquanto nova audiência está marcada para 9 de julho.

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A Azul está em recuperação judicial nos Estados Unidos e busca reestruturar suas dívidas. A companhia está negociando com credores de títulos sem garantias, que esperam receber mais do que os 5% que foram oferecidos. Uma audiência para discutir o caso está marcada para 9 de julho. A Azul já comprometeu muitas de suas garantias em um empréstimo de US$ 1,6 bilhão, essencial para sua recuperação. A empresa está considerando aumentar o financiamento e planeja captar recursos por meio de uma oferta de ações, que pode envolver investidores como American Airlines e United Airlines. Historicamente, a Azul era a única companhia aérea brasileira que não havia pedido recuperação judicial, mas enfrentou dificuldades financeiras que a levaram a essa decisão. A companhia afirmou que as negociações com credores começaram antes do processo judicial e que os credores já demonstraram apoio ao plano de reestruturação.

A Azul Linhas Aéreas entrou com um pedido de recuperação judicial sob o Chapter 11 nos Estados Unidos, visando reestruturar suas dívidas e garantir recursos para suas operações. A companhia está em negociações com credores de títulos sem garantias, que buscam uma recuperação maior que os 5% propostos.

Uma nova audiência está agendada para 9 de julho, onde o tribunal avaliará as medidas solicitadas pela empresa. Os credores acreditam que a proposta atual não é suficiente e buscam um percentual de recuperação maior ou garantias adicionais. A Azul já comprometeu parte de suas garantias em um empréstimo de US$ 1,6 bilhão, essencial para sua reestruturação.

Os detentores dos títulos sem garantias estão preocupados com a possibilidade de receber apenas uma fração do valor devido, após o pagamento de outros credores. A Azul, por sua vez, considera aumentar o financiamento de recuperação, que inclui um empréstimo de saída do Chapter 11 de US$ 950 milhões. A captação deve ocorrer por meio de uma oferta de ações, com subscrição de credores e potenciais investidores, como as companhias American Airlines e United Airlines.

Historicamente, a Azul se opôs ao Chapter 11, sendo a única companhia aérea brasileira a não ter buscado recuperação judicial até agora. A empresa tentou resolver suas dificuldades financeiras de forma extrajudicial, mas a deterioração do cenário econômico dificultou a captação de recursos. A oferta de ações realizada em março não teve a adesão esperada, levantando apenas R$ 48 milhões de um total de R$ 1,6 bilhão.

A Azul afirmou que as negociações com credores e arrendadores de aeronaves ocorreram antes do pedido de recuperação judicial e que os credores demonstraram confiança no plano de reestruturação.

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