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Sócios questionam gestão de Pedrinho sobre dívida de Felipe Maestro no Vasco

Sócios do Vasco questionam variações na dívida de Felipe Maestro, que saltou de R$ 2,4 milhões para R$ 504,2 mil após acordo. Resposta da diretoria é aguardada.

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Sócios do Vasco da Gama questionaram a gestão de Pedrinho sobre mudanças nos valores da dívida de Felipe Maestro, ex-jogador e atual diretor técnico do clube. A dívida de Felipe passou de R$ 2,4 milhões para R$ 319,9 mil e, depois, para R$ 504,2 mil após um acordo durante mediação. Os sócios enviaram um ofício pedindo explicações, já que a dívida de Felipe está na Justiça desde 2013, relacionada à sua passagem pelo clube entre 2010 e 2012. O Vasco informou que a redução do valor se deu por um acordo, mas que, ao revisar as dívidas, foi necessário aplicar correção monetária, resultando no valor de R$ 504,2 mil. O vice-presidente jurídico do clube explicou que a dívida de Felipe foi revisada e que muitos valores estavam incorretos ou não listados anteriormente. A diretoria ainda não respondeu oficialmente aos sócios.

O Vasco da Gama enfrenta questionamentos sobre a gestão da dívida do ex-jogador e atual diretor técnico Felipe Maestro. Sócios do clube enviaram um ofício ao presidente Pedrinho e ao CEO Carlos Amodeo, questionando as variações nos valores da dívida, que saltaram de R$ 2,4 milhões para R$ 319,9 mil e, posteriormente, para R$ 504,2 mil após um acordo de mediação.

A dívida de Felipe Maestro, que remonta à sua passagem pelo clube entre 2010 e 2012, envolve um processo judicial iniciado em 2013. O clube informou que a redução do valor se deve a um acordo firmado durante a mediação com os credores. O vice-presidente jurídico, Felipe Carregal, explicou que a dívida foi inicialmente reduzida para R$ 319 mil, mas, após revisão, foi corrigida para R$ 504,2 mil devido à aplicação de correção monetária.

Os sócios ressaltam que essas variações ocorreram durante um período em que o Vasco obteve uma medida cautelar que suspendeu todos os pagamentos cíveis e trabalhistas, antecedendo o pedido de Recuperação Judicial protocolado em 2025. A diretoria ainda não se manifestou oficialmente sobre os questionamentos, mas deve responder nos próximos dias.

Carregal detalhou que a ação de Felipe Maestro se refere a um saldo remanescente da dívida, já que ele recebeu a maior parte dos valores devidos anteriormente. O acordo atual será pago conforme o Plano Coletivo de Recuperação Judicial. A revisão dos créditos foi realizada por auditores externos, que identificaram inconsistências nos registros anteriores.

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