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Capital One limita acesso a lounges de aeroporto e aumenta taxas para acompanhantes

Capital One impõe novas taxas e requisitos de gastos para acesso a lounges, visando reduzir a superlotação e manter a exclusividade.

A Capital One anunciou novas restrições para o acesso a seus lounges de aeroportos, visando combater a superlotação. A partir de primeiro de fevereiro, portadores dos cartões Venture X e Venture X Business não poderão mais levar acompanhantes gratuitamente. Agora, será necessário pagar uma taxa anual de R$ 625,00 para cada portador adicional e R$ […]

A Capital One anunciou novas restrições para o acesso a seus lounges de aeroportos, visando combater a superlotação. A partir de primeiro de fevereiro, portadores dos cartões Venture X e Venture X Business não poderão mais levar acompanhantes gratuitamente. Agora, será necessário pagar uma taxa anual de R$ 625,00 para cada portador adicional e R$ 225,00 por visita de cada convidado adulto. Para crianças menores de dezoito anos, a taxa será de R$ 125,00.

A empresa justificou as mudanças afirmando que a popularidade dos lounges tem gerado longas filas para entrada. “É importante que mantenhamos uma ótima experiência nos lounges para nossos clientes”, declarou a Capital One. Para ter direito a dois acompanhantes gratuitos, os portadores do cartão principal precisarão gastar pelo menos R$ 375 mil por ano, um requisito que se alinha ao que a American Express implementou anteriormente.

Os lounges da Capital One estão localizados em aeroportos como Denver, Dallas-Fort Worth e Washington Dulles. A companhia planeja abrir novas unidades em Nova Iorque e LaGuardia. As mudanças refletem um movimento mais amplo na indústria, onde empresas como Delta Air Lines e American Airlines também ajustaram suas políticas de acesso a lounges, aumentando taxas e limitando visitas.

A crescente demanda por acesso a lounges de aeroportos tem levado as empresas a expandirem suas redes, mas também a enfrentarem desafios com a superlotação. “Esses lounges se tornaram vítimas de seu próprio sucesso”, afirmou Henry Harteveldt, fundador do Atmosphere Research Group.

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