Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Aura Minerals busca captar US$ 200 milhões na Nasdaq, segundo fontes do mercado

Aura Minerals busca captar US$ 200 milhões na Nasdaq para financiar aquisições e projetos, destacando-se no mercado de ouro em alta.

0:00
Carregando...
0:00

A mineradora Aura Minerals pediu uma oferta na Nasdaq para levantar 200 milhões de dólares. O dinheiro será usado para crescer e fazer aquisições, incluindo a compra da Mineração Serra Grande por 76 milhões de dólares. A empresa, que vale cerca de 1,83 bilhão de dólares, é controlada por Paulo Brito e se beneficiou da alta no preço do ouro, que subiu 26% este ano. Os BDRs da Aura na B3 tiveram um aumento de 83% em 2023. O Bank of America e o Goldman Sachs vão coordenar a oferta, com apoio do BTG Pactual e do Itaú BBA. Parte do dinheiro será usada para pagar a Serra Grande e para projetos em andamento, como o Borborema, que começará a operar em 2025. A Aura também adquiriu projetos em Mato Grosso e investe no Cerro Blanco, na Guatemala, que pode aumentar sua produção, mas enfrenta dificuldades para obter licença ambiental. Analistas do BTG Pactual acreditam que a Aura pode superar os desafios e estabeleceram um preço-alvo de 53 reais para os BDRs, com um potencial de alta de 15%. A empresa é vista como uma boa pagadora de dividendos, com um rendimento estimado de 10% para este ano.

A mineradora de ouro Aura Minerals (AURA33) protocolou um pedido de oferta na Nasdaq neste fim de semana, buscando captar US$ 200 milhões. A operação está prevista para ocorrer em junho e visa financiar o crescimento da empresa, que recentemente adquiriu a Mineração Serra Grande por US$ 76 milhões.

Atualmente, a Aura vale aproximadamente 2,5 bilhões de dólares canadenses, ou US$ 1,83 bilhão. A empresa, controlada por Paulo Brito, tem se beneficiado da alta nos preços do ouro, que subiu 26% somente neste ano. Os BDRs da companhia na B3 já avançaram 83% em 2023 e dobraram de valor nos últimos doze meses.

Detalhes da Oferta

A operação será coordenada pelo Bank of America e pela Goldman Sachs, com a participação do BTG Pactual e do Itaú BBA. Parte dos recursos levantados será destinada ao pagamento da aquisição da Serra Grande, além de apoiar projetos em desenvolvimento e novas aquisições. A Aura já possui um crescimento planejado para os próximos anos, com foco na entrega do projeto Borborema, que deve iniciar operações no terceiro trimestre de 2025.

A mineradora também adquiriu os projetos Pé Quente e Pézão, em Mato Grosso, que complementam o projeto Matupá, previsto para entrar em operação em 2027. Além disso, a empresa investe no projeto Cerro Blanco, na Guatemala, que pode quase dobrar sua capacidade de produção, embora enfrente desafios para obter a licença ambiental.

Expectativas do Mercado

Analistas do BTG Pactual estão otimistas quanto à capacidade da Aura de superar os obstáculos relacionados ao projeto em Cerro Blanco. O banco estabeleceu um preço-alvo de R$ 53 para os BDRs, indicando um potencial de alta de 15% em relação ao fechamento da última sexta-feira. A companhia também se destaca como uma forte pagadora de dividendos, com um yield estimado de 10% para este ano.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais