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Flamengo recebe R$ 65,8 milhões da FIFA por participação no Mundial de Clubes

Flamengo já recebeu R$ 65,8 milhões da FIFA pelo Mundial de Clubes. Pagamentos futuros dependem do desempenho na competição.

O Flamengo recebeu R$ 65,8 milhões da FIFA pela participação no Mundial de Clubes, que ocorrerá nos Estados Unidos. O presidente do clube, Luiz Eduardo Baptista, confirmou a quantia durante uma reunião com conselheiros. O pagamento foi realizado na quarta-feira da semana passada, evitando impactos fiscais ao ser depositado no Brasil. A FIFA garantiu aos […]

O Flamengo recebeu R$ 65,8 milhões da FIFA pela participação no Mundial de Clubes, que ocorrerá nos Estados Unidos. O presidente do clube, Luiz Eduardo Baptista, confirmou a quantia durante uma reunião com conselheiros. O pagamento foi realizado na quarta-feira da semana passada, evitando impactos fiscais ao ser depositado no Brasil.

A FIFA garantiu aos clubes sul-americanos um total de US$ 15,2 milhões (mais de R$ 82 milhões) como parte do “pilar de participação”. Deste montante, cerca de US$ 12,2 milhões (R$ 65,8 milhões) já foram depositados. O restante será utilizado como caução para despesas logísticas durante o torneio.

Detalhes dos Pagamentos

Os pagamentos adicionais serão feitos conforme o desempenho dos clubes. No dia 27 de junho, será creditado o saldo final do pilar de participação, que inclui US$ 3 milhões (mais de R$ 16 milhões). A partir dessa data, também começam os pagamentos do “pilar esportivo”, que recompensa o desempenho em campo.

Cada vitória na fase de grupos renderá US$ 2 milhões (cerca de R$ 10,8 milhões), enquanto empates garantem US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 5,4 milhões). A classificação para as oitavas de final assegura um adicional de US$ 7,5 milhões (cerca de R$ 40 milhões). Os valores aumentam conforme os clubes avançam na competição, culminando em prêmios de até US$ 40 milhões (R$ 216 milhões) para o campeão.

Baptista destacou que a operação foi facilitada pela FIFA, que permitiu o recebimento direto no Brasil, evitando a necessidade de abrir uma empresa nos Estados Unidos. Ele afirmou: “Conseguimos trazer o dinheiro antes da hora, receber no Brasil e não ter o impacto fiscal que teríamos.”

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