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Atlético-MG precisa de aporte milionário para equilibrar suas contas financeiras

Atlético-MG enfrenta dívida de R$ 2,3 bilhões; consultor pede aporte de R$ 600 milhões e corte de despesas, enquanto acionista aponta incertezas.

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O Atlético-MG enfrenta uma dívida de R$ 2,3 bilhões e precisa gerenciar isso para se manter competitivo. O consultor César Grafietti afirma que o clube precisa de um aporte de R$ 600 milhões e deve reduzir suas despesas. Ele destaca que a maior parte da dívida é onerosa, com gastos de R$ 323 milhões só com a folha de pagamento em 2024. Grafietti recomenda que o clube limite seus gastos operacionais a 80% da receita, usando os 20% restantes para pagar dívidas. Rafael Menin, acionista da SAF do Atlético, reconhece que o aporte financeiro é a única solução, mas não sabe quando isso vai acontecer. Grafietti também questiona se a dívida torna o clube menos atraente para investidores e acredita que a verdadeira dívida deve incluir todos os compromissos financeiros, sem descontar receitas futuras que podem não ser recebidas.

O Atlético-MG enfrenta uma dívida colossal de R$ 2,3 bilhões, que demanda uma gestão cuidadosa para garantir a competitividade e a saúde financeira do clube. O consultor César Grafietti aponta que o Galo precisa de um aporte de R$ 600 milhões e uma redução nas despesas para enfrentar essa situação.

Grafietti detalha que a dívida do clube é composta por diferentes categorias, sendo a parte onerosa, que inclui juros e encargos, a mais crítica. Em 2024, o Atlético gastou R$ 323 milhões apenas com a folha de pagamento. O especialista recomenda que o clube deve limitar seus gastos operacionais a 80% da receita gerada, permitindo que os 20% restantes sejam utilizados para o pagamento das dívidas.

Durante uma coletiva na Arena MRV, o acionista da SAF do Atlético, Rafael Menin, reconheceu que a única solução viável para a redução da dívida é o aporte financeiro, mas não soube precisar quando isso ocorrerá. Ele afirmou que não tem autoridade para falar em nome dos outros acionistas sobre o tema.

Análise da Situação

Grafietti também discutiu a perspectiva de investimentos, questionando se a dívida crescente torna o clube um ativo atrativo para novos investidores. Ele enfatizou que a decisão de investir deve considerar a capacidade de retorno e a vontade dos acionistas em contribuir. O especialista destacou que, se Rubens Menin continuar a investir, o Atlético pode se tornar uma SAF dominada por um único acionista.

Os números apresentados por Grafietti divergem dos dados oficiais do clube, que indicam uma dívida de R$ 1,3 bilhão. O consultor considera que a dívida total deve incluir todos os compromissos financeiros, sem descontar receitas futuras que não estão garantidas. Ele defende que a verdadeira dívida é o que o Atlético deve, sem considerar valores a receber que podem não ser quitados.

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