Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Bolsas americanas caem mesmo após acordo entre EUA e China

Futuros das bolsas americanas caem em meio a incertezas sobre acordo comercial EUA-China e expectativa de inflação em alta.

0:00
Carregando...
0:00

Os futuros das bolsas americanas estão em queda, enquanto os investidores esperam mais informações sobre o acordo comercial entre os EUA e a China, que já foi finalizado, mas precisa da aprovação dos líderes dos países. Essa incerteza faz com que os investidores fiquem cautelosos, sugerindo que o acordo pode ser limitado. O S&P 500, que teve um bom desempenho recentemente, está apenas 1,71% abaixo do seu recorde histórico. Além disso, os investidores estão atentos à inflação nos EUA, que pode ter subido para 2,4% em maio, em comparação com 2,3% em abril. Enquanto isso, as bolsas europeias estão subindo, e no Brasil, a agenda econômica é fraca, com o ministro Fernando Haddad enfrentando pressão após sugerir aumento de impostos. Hoje, Haddad participará de uma audiência pública, e também haverá eventos importantes, como a divulgação de dados econômicos pelo IBGE e a participação de autoridades americanas no Congresso.

Os futuros das bolsas americanas apresentam queda nesta quarta-feira, enquanto investidores aguardam detalhes do acordo comercial entre EUA e China. O texto foi finalizado, mas depende da aprovação dos líderes Donald Trump e Xi Jinping. Essa incerteza gera um viés de baixa, que pode indicar que o acordo será limitado ou que os preços já refletem a trégua na guerra comercial.

O S&P 500, que fechou na terça-feira no maior nível desde a posse de Trump, está apenas 1,71% abaixo do recorde histórico de fevereiro. No acumulado de 2025, as ações sobem 2,67%, recuperando perdas de abril. Além das negociações entre as potências, os investidores também se preparam para a divulgação da inflação nos EUA, que pode ter subido para 2,4% em maio, em comparação com 2,3% em abril, segundo economistas do The Wall Street Journal.

Expectativas de Mercado

A expectativa de inflação elevada pode indicar resiliência nos preços, possivelmente influenciada pela guerra comercial. O sinal negativo dos futuros americanos contrasta com o desempenho das bolsas europeias, que avançam, assim como o EWZ, fundo que representa ações brasileiras em Nova York. No Brasil, a agenda econômica é fraca, com destaque para a participação do ministro Fernando Haddad em audiência pública na Câmara, onde enfrenta pressão após propor aumento de impostos.

Os eventos do dia incluem a participação de Galípolo e Hugo Motta no Simpósio de Liberdade Econômica em Brasília, a divulgação da pesquisa Industrial Mensal Regional pelo IBGE e a publicação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos EUA. Além disso, Haddad participará de audiência pública nas comissões de Finanças e Tributação e de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara. O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, também testemunhará na Câmara dos Representantes e no Comitê de Apropriações do Senado sobre o orçamento fiscal.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais