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Divisão ideal entre fundos de papel e tijolo na carteira de FIIs

Marcos Baroni, da Suno Research, recomenda uma alocação de 60% em fundos de tijolo e 40% em fundos de papel, adaptando-se ao perfil do investidor.

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Marcos Baroni, da Suno Research, falou sobre a melhor forma de dividir investimentos entre fundos imobiliários de papel e de tijolo. Ele sugere que a proporção ideal é de 60% em fundos de tijolo e 40% em fundos de papel, mas ressalta que essa divisão deve ser feita de forma estratégica, levando em conta o perfil de cada investidor. Para quem já tem muitos investimentos em renda fixa, como títulos públicos, a dica é focar mais em fundos de tijolo. Já quem investe mais em ações pode considerar uma divisão mais equilibrada. Baroni também alertou que a composição da carteira deve ser flexível, pois o mercado de FIIs muda constantemente, com novas opções surgindo. Ele destacou que investidores em fase de acumulação podem ajustar seus portfólios aos poucos, sem a necessidade de mudanças frequentes. Para mais detalhes, a entrevista completa de Baroni pode ser assistida no programa Liga de FIIs, que vai ao ar todas as quartas-feiras no canal do InfoMoney no YouTube.

Durante o programa Liga de FIIs, transmitido pelo InfoMoney, Marcos Baroni, Head de Fundos Imobiliários da Suno Research, abordou a composição ideal entre fundos de papel e tijolo. Ele destacou que a proporção recomendada é de 60% em fundos de tijolo e 40% em fundos de papel, alinhando-se ao comportamento do mercado, representado pelo índice IFIX.

Baroni enfatizou que essa alocação deve ser estratégica e personalizada, considerando o perfil de cada investidor. Para aqueles com maior exposição à renda fixa, como títulos públicos e debêntures, a recomendação é priorizar os fundos de tijolo. Em contrapartida, investidores com maior participação em ações podem optar por uma alocação mais equilibrada, incluindo mais fundos de papel.

Evolução do Mercado

O especialista também alertou que a composição da carteira não deve ser rígida. O mercado de FIIs está em constante evolução, com o surgimento de novas teses e segmentos. Há 15 anos, os fundos de papel eram praticamente inexistentes, enquanto hoje há uma variedade de opções, como fundos híbridos e CRIs com diferentes indexadores. A adaptação da carteira às mudanças do mercado é essencial.

Investidores em fase de acumulação têm a oportunidade de ajustar seus portfólios gradualmente. Baroni ressaltou que não é necessário realizar mudanças constantes. Com novos aportes, é possível corrigir distorções e equilibrar a alocação conforme o cenário e os objetivos pessoais.

Para mais informações e dicas sobre investimentos em FIIs, a entrevista completa de Marcos Baroni pode ser assistida na edição desta semana do programa, que vai ao ar todas as quartas-feiras, às 18h, no canal do InfoMoney no YouTube.

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