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Petrobras e Consag firmam contratos para finalizar trem 2 da refinaria Rnest

Petrobras retoma obras na Refinaria Abreu e Lima com investimento de R$ 4,9 bilhões e previsão de operação em 2029, após paralisações.

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A Petrobras anunciou que assinou três contratos com a Consag Engenharia, totalizando R$ 4,9 bilhões, para finalizar a segunda unidade de refino da Refinaria Abreu e Lima, em Ipojuca, Pernambuco. Esses contratos incluem a construção de unidades importantes e a previsão é que comecem a operar em 2029. As obras estavam paradas desde as investigações da Operação Lava-Jato, que revelaram corrupção nas construções. A Petrobras disse que a retomada do projeto foi aprovada pelas autoridades competentes. A conclusão dessa unidade aumentará a capacidade de refino da refinaria, passando de 130 mil para 260 mil barris por dia, tornando-a a segunda maior da empresa. O projeto começou na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva e, apesar de um orçamento inicial de US$ 2,3 bilhões, os custos aumentaram para quase US$ 20 bilhões em 2014. A primeira unidade começou a operar no final de 2014, mas a segunda foi descartada em 2015. Durante a gestão de Jair Bolsonaro, a Petrobras tentou vender a refinaria, mas não encontrou compradores. A retomada das obras faz parte do Plano de Negócios 2025-2029, com mais serviços ainda em licitação.

A Petrobras (PETR4) anunciou a assinatura de três contratos com a Consag Engenharia, totalizando R$ 4,9 bilhões, para a conclusão da segunda unidade de refino da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Ipojuca, Pernambuco. Os contratos, firmados nesta segunda-feira, fazem parte da estratégia de expansão e modernização da empresa e incluem a construção da Unidade de Coqueamento Retardado (UCR), da Unidade de Hidrotratamento de Diesel S10 (UHDT-D) e da Unidade de Destilação Atmosférica (UDA). A previsão é que essas unidades entrem em operação em 2029.

Essas obras estavam paralisadas desde as investigações da Operação Lava-Jato, que expuseram casos de corrupção nas construções. A Petrobras informou que a decisão de retomar o projeto foi aprovada pelas instâncias competentes, seguindo os procedimentos de governança da estatal. A conclusão do trem 2 da Rnest é um passo significativo para aumentar a capacidade de refino da unidade, que deve passar de 130 mil para 260 mil barris por dia, tornando-se a segunda maior refinaria da Petrobras.

O projeto da Rnest, que começou na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, teve um orçamento inicial de US$ 2,3 bilhões, mas os custos dispararam, chegando a quase US$ 20 bilhões em 2014. A primeira unidade da refinaria começou a operar no final de 2014, enquanto a segunda unidade foi descartada em 2015. Durante a gestão de Jair Bolsonaro, a Petrobras tentou vender a refinaria, mas não encontrou interessados. A retomada das obras agora está prevista no Plano de Negócios 2025-2029, com outros pacotes de serviços ainda em processo de licitação.

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