Dois acionistas minoritários da BRF, Previ e Alex Fontana, pediram na Justiça para parar a fusão com a Marfrig. Eles alegam que houve problemas nas convocações das Assembleias Gerais Extraordinárias, que estavam marcadas para o dia seguinte, e pedem a suspensão dessas reuniões. A Previ, que possui cerca de 4% das ações da BRF, e Fontana também querem que um Tribunal Arbitral analise a fusão. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) já havia suspendido as assembleias após uma reclamação de outro acionista, a Latache Capital, que também levantou questões sobre a transparência do processo. Os advogados dos acionistas afirmam que a falta de informações prejudica a participação dos minoritários nas decisões. A situação está em desenvolvimento e novas ações judiciais e reações do mercado são esperadas.
Mais dois acionistas minoritários da BRF, Previ e Alex Fontana, protocolaram uma medida cautelar na 1ª Vara Empresarial de São Paulo para barrar a fusão com a Marfrig. O pedido, feito na terça-feira, 24 de outubro, visa cancelar as Assembleias Gerais Extraordinárias (AGEs) que estavam agendadas para o dia seguinte.
Os acionistas alegam vícios formais nas convocações, destacando a falta de documentos e informações essenciais que comprometeriam a tomada de decisão dos minoritários. A Previ, que detém cerca de 4% de participação na BRF, e Fontana solicitaram também a criação de um Tribunal Arbitral para analisar a fusão proposta.
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) já havia suspendido as AGEs após uma representação da Latache Capital, que também expressou preocupações sobre a transparência do processo. A suspensão das assembleias ocorre em um momento crítico, onde a fusão entre as duas gigantes do setor alimentício gera intensas discussões entre os acionistas.
Os advogados de Previ e Fontana, Chiarottino e Nicoletti Advogados e Modesto Carvalhosa Advogados, enfatizaram que a falta de informações adequadas prejudica a participação dos acionistas minoritários nas deliberações. A situação continua a se desenvolver, com a expectativa de novas movimentações judiciais e reações do mercado.
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