Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Políticos criticam alta da Selic para 15%, maior nível desde 2006

Selic vai a 15% ao ano pela 7ª alta consecutiva, causando críticas de congressistas de direita que chamam de “presente do Lula” e pedem avaliação da política monetária

O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, disse que a taxa é "indecente" e que "não dá para aceitar como normal o novo aumento"
0:00
Carregando...
0:00
  • O Copom elevou a Selic de 14,75% para 15% ao ano, em decisão unânime.
  • Foi a sétima alta consecutiva da taxa promovida pelo banco central, mantendo o ritmo de aumentos, ainda que tenha desacelerado neste episódio.
  • Políticos de direita criticaram a decisão; Flávio Bolsonaro chamou de “presente do Lula para a população brasileira”.
  • Lindbergh Farias, líder do PT na Câmara, disse que a taxa é indecente e que não dá para aceitar o novo aumento como normal.
  • Gleisi Hoffmann ainda não se manifestou sobre a alta até as 20h24 desta quarta-feira.

O Copom elevou a Selic em 0,25 ponto percentual nesta quarta-feira, 18 de junho de 2025, levando a taxa de 14,75% ao ano para 15% ao ano. Foi uma decisão unânime, marcada pela sétima alta consecutiva da política monetária no Brasil.

O ritmo dos aumentos desacelerou neste ciclo, em relação à reunião anterior, quando houve alta de 0,50 ponto percentual. O objetivo declarado é conter pressões inflacionárias, mas a decisão gerou reação entre políticas de oposição e aliados do governo.

Reações e desdobramentos

Críticos de direita apontaram possíveis impactos no custo de vida e na atividade econômica. Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chamou a medida de presente do Lula à população. André Fernandes (PL-CE) questionou quem a esquerda irá culpar pela alta.

Entre aliados do governo, Lindbergh Farias (PT) classificou a taxa como indecente e disse que não deve ser normalizado o novo aumento. Gleisi Hoffmann, ministra das Relações Institucionais, ainda não se manifestou sobre o tema até as 20h24 de hoje.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais