A Prada anunciou que Gianfranco d’Attis deixou o cargo de CEO por desentendimentos sobre a estratégia da empresa. Ele sairá em até 30 dias e será substituído interinamente por Andrea Guerra. A demissão ocorreu após a marca registrar uma leve queda de 0,2% nas vendas no primeiro trimestre de 2025, apesar de ser responsável por 68% da receita do grupo. A marca Miu Miu, também do grupo, teve um desempenho melhor, representando 31% da receita e atraindo consumidores mais jovens. A saída de d’Attis acontece pouco tempo depois da aquisição da Versace por US$ 1,25 bilhão, que havia aumentado as vendas do grupo em 12,5%. Essa mudança na liderança pode indicar uma nova fase para a Prada, que busca se adaptar às novas tendências do mercado de luxo.
A Prada anunciou a saída de Gianfranco d’Attis do cargo de CEO, citando desentendimentos sobre estratégia. A decisão foi confirmada em comunicado à imprensa, onde a marca também informou que d’Attis deixará o cargo em até 30 dias. Andrea Guerra, atual CEO do Grupo Prada, assumirá interinamente a posição.
Os conflitos que levaram à demissão de d’Attis ocorreram com membros da alta administração da empresa. No primeiro trimestre de 2025, a Prada foi responsável por 68% da receita do grupo, mas registrou uma leve queda de 0,2% nas vendas. Em contraste, a marca Miu Miu, também do grupo, teve um desempenho positivo, representando 31% da receita e atraindo a atenção da geração mais jovem, cada vez mais interessada no mercado de luxo.
A saída de Gianfranco d’Attis acontece poucos meses após a aquisição da Versace pelo Grupo Prada, em abril de 2025, por US$ 1,25 bilhão. Essa negociação foi vista como um fator que impulsionou as vendas do grupo em 12,5%. A mudança na liderança pode sinalizar uma nova fase para a Prada, que busca se adaptar às dinâmicas do mercado de luxo e às preferências dos consumidores.
Entre na conversa da comunidade