A Petrobras pode fechar uma parceria no setor de etanol no segundo semestre de 2025, segundo William Nozaki, executivo da empresa. A companhia quer ser relevante, mas não majoritária, e está conversando com várias empresas do setor. Nozaki afirmou que a Petrobras não tem preferência por um tipo de matéria-prima para o etanol, podendo usar cana ou milho, dependendo de fatores como logística e preço. Ele também mencionou que a empresa está atenta às mudanças no mercado após a nova legislação e que o Conselho Nacional de Política Energética pode discutir um aumento na mistura de etanol na gasolina, de 27% para 30%. Além do etanol, a Petrobras pode anunciar novidades sobre biodiesel e biometano em breve. Nozaki também comentou rumores sobre sua possível promoção na empresa, mas disse que isso não é verdade.
A Petrobras pode formalizar uma parceria no setor de etanol no segundo semestre de 2025. A informação foi divulgada por William Nozaki, gerente executivo de gestão integrada da transição energética da empresa, durante o evento Energy Summit, no Rio de Janeiro. A companhia busca atuar de maneira relevante, mas não majoritária, e está em conversas com diversos players do setor.
Nozaki destacou que a Petrobras não tem preferência por uma matéria-prima específica para a produção de etanol, considerando tanto a cana quanto o milho. A decisão dependerá de fatores logísticos e de preço, além da viabilidade para a companhia. A Petrobras já havia manifestado interesse em parcerias no setor, especialmente após a aprovação da Lei do Combustível do Futuro.
O executivo também mencionou que a Petrobras está atenta às movimentações do mercado, que se tornaram mais cautelosas após a nova legislação. A expectativa é que o Conselho Nacional de Política Energética discuta um aumento na mistura de etanol na gasolina, passando de 27% para 30%.
Além do etanol, Nozaki indicou que a Petrobras poderá fazer anúncios relevantes sobre biodiesel e biometano no mesmo período. Recentemente, surgiram rumores sobre sua possível ascensão à diretoria executiva de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, mas ele afirmou que não foi indicado e que a especulação é natural.
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