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Open Finance impulsiona crescimento inevitável no setor financeiro, afirma ex-diretor do BC

Luiz Fernando Figueiredo acredita que o Open Finance pode revolucionar a cultura financeira no Brasil, apesar das barreiras enfrentadas.

Criptomoedas meme ligadas a guerras saltam até 2.000% com conflito entre Irã e Iraque (Foto: Reprodução)
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O Open Finance, que foi lançado há mais de quatro anos, ainda tem dificuldades para se popularizar, ao contrário do Pix, que fez muito sucesso. O Banco Central do Brasil quer modernizar o sistema financeiro e aumentar a concorrência. Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor do Banco Central, agora é conselheiro da startup Klavi, que trabalha com dados do Open Finance. Ele acredita que, apesar dos desafios, o Open Finance pode mudar a cultura financeira no Brasil. Essa iniciativa permite que bancos compartilhem dados dos clientes, com a autorização deles, para criar produtos mais personalizados. Figueiredo menciona que isso ajuda a combater a concentração bancária, que aumenta os custos e diminui a concorrência. O Banco Central está usando novas tecnologias para facilitar a entrada de fintechs no mercado, o que moderniza os bancos tradicionais e oferece produtos mais acessíveis. No entanto, ainda há resistência das instituições em compartilhar dados, o que dificulta a adesão ao sistema. Figueiredo está otimista e acredita que, com mais fintechs e bancos adotando o Open Finance, novos produtos e serviços vão surgir, beneficiando os consumidores. A Klavi, onde ele trabalha, busca ajudar as pessoas a entenderem melhor os benefícios do Open Finance.

Mais de quatro anos após seu lançamento, o Open Finance ainda enfrenta desafios para ganhar escala, diferentemente do sucesso do Pix. O Banco Central do Brasil busca modernizar o sistema financeiro e aumentar a concorrência no setor.

Recentemente, Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor do Banco Central, tornou-se conselheiro da startup Klavi, que analisa dados do Open Finance. Figueiredo acredita que, apesar das dificuldades, o projeto tem potencial para transformar a cultura financeira no Brasil. Ele compara o Open Finance ao desenvolvimento do Novo Mercado da Bolsa de Valores, que inicialmente parecia pouco promissor, mas cresceu significativamente.

O Open Finance visa mudar a lógica de que as informações dos clientes pertencem aos bancos. Com o consentimento do cliente, as instituições financeiras podem compartilhar dados para estruturar produtos mais personalizados. Figueiredo destaca que essa iniciativa é parte de um esforço maior do Banco Central para combater a concentração bancária, que tem elevado custos e limitado a concorrência.

A estratégia do Banco Central inclui a utilização de novas tecnologias para facilitar a entrada de fintechs no mercado. Isso resultou em uma modernização dos bancos tradicionais, oferecendo mais produtos a preços mais acessíveis. Figueiredo observa que, embora o Open Finance ainda seja pouco conhecido, ele é um componente crucial dessa transformação.

Entretanto, o ex-diretor aponta que o Open Finance enfrenta barreiras, como a resistência das instituições em compartilhar dados. Essa resistência limita a adesão ao sistema, que ainda precisa de melhorias na infraestrutura bancária para se expandir. Mesmo assim, Figueiredo acredita que o Open Finance está começando a crescer e pode se tornar um elemento importante na vida financeira das pessoas.

Ele ressalta a necessidade de uma mudança cultural tanto nas empresas quanto entre os consumidores. A desinformação sobre o Open Finance é um obstáculo, mas Figueiredo está otimista. Ele afirma que, à medida que mais fintechs e bancos adotarem o sistema, novos produtos e serviços surgirão, beneficiando os clientes. A Klavi, onde Figueiredo agora atua, busca trazer inteligência a partir dos dados, ajudando os consumidores a entenderem melhor os benefícios do Open Finance.

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