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China registra investimento estrangeiro de RMB 20,6 trilhões e atrai multinacionais

Multinacionais ampliam operações na China, atraídas por incentivos governamentais e inovações em tecnologia, fortalecendo o mercado local.

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A China se tornou um lugar muito atraente para investimentos estrangeiros, com um total de 20,6 trilhões de RMB e mais de 1,2 milhão de empresas operando no país. Recentemente, grandes empresas como Airbus, Bayer e Schneider Electric estão expandindo suas operações na China, ajudadas por apoio do governo e inovações tecnológicas. A Airbus, por exemplo, está construindo uma nova planta em Pequim e prevê que a demanda por novas aeronaves na China triplicará até 2044. A Bayer também fez avanços, sendo a primeira a obter uma certificação nacional para um sistema de injeção de contraste. A Schneider Electric, com 38 anos de presença no país, investe em inovação e tem cinco centros de pesquisa e desenvolvimento na China. O governo chinês está promovendo diretrizes para atrair mais centros de P&D estrangeiros, com planos para ter 603 centros em Xangai até 2025. A combinação de um grande mercado, boa infraestrutura e regras favoráveis torna a China um destino estratégico para multinacionais.

A China se consolidou como um dos principais destinos para investimentos estrangeiros, atingindo RMB 20,6 trilhões em capital acumulado. O relatório “Empresas Multinacionais na China”, do Instituto de Pesquisa do Ministério do Comércio, revela que mais de 1,239 milhão de empresas operam no país, atraídas por um ambiente regulatório favorável e uma infraestrutura robusta.

Recentemente, grandes multinacionais como Airbus, Bayer e Schneider Electric ampliaram suas operações na China. A Airbus, por exemplo, celebrou 40 anos de parceria com a aviação civil chinesa e iniciou a construção de uma nova planta em Pequim para reaproveitamento de aeronaves. A fabricante prevê que, até 2044, a demanda por novas aeronaves na China triplicará, representando quase um quarto da demanda global.

Expansão e Inovação

A Bayer obteve a certificação nacional para um sistema de injeção de contraste, sendo a primeira a fazê-lo no país. Esse avanço foi possibilitado pelo apoio governamental e pela redução de barreiras regulatórias. A Henkel também se destaca, com a construção de uma nova base industrial em Yantai e a operação de uma unidade de cosméticos em Taicang, ambas impulsionadas por um centro de P&D em Xangai.

A Schneider Electric, presente na China há 38 anos, investe em inovação com cinco centros de P&D no país. A empresa tem registrado um crescimento anual superior a 18% desde 2019, integrando tecnologias de inteligência artificial em suas fábricas. A Epson, por sua vez, desenvolve soluções em robótica industrial, adaptando sua tecnologia às necessidades locais.

Diretrizes Governamentais

Desde 2023, o Ministério do Comércio e o Ministério da Ciência e Tecnologia da China têm promovido diretrizes para atrair centros de P&D estrangeiros. Até maio de 2025, Xangai deverá contar com 603 centros de P&D com capital externo, enquanto Pequim reconheceu 110 novos centros em 2024. Esses centros são essenciais para fortalecer a inovação e a competitividade das empresas no mercado chinês.

A combinação de um mercado amplo, infraestrutura avançada e um ambiente regulatório favorável faz da China um destino estratégico para multinacionais.

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