Os Estados Unidos e a China assinaram um novo acordo comercial após negociações em Genebra e Londres. O secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, anunciou que a China vai entregar terras raras, que são importantes para várias indústrias americanas, em troca da revogação de algumas medidas punitivas dos EUA. A China se comprometeu a liberar exportações dessas terras em até seis meses para montadoras e fabricantes dos EUA. Em troca, os EUA devem suspender restrições à exportação de materiais como etano e motores de aeronaves, mas as tarifas ainda permanecem altas, com os EUA cobrando 55% sobre produtos chineses e a China 33% sobre produtos americanos. Apesar do progresso, analistas apontam que ainda há incertezas sobre quais restrições serão realmente aliviadas, o que pode afetar as cadeias de suprimento globais. A expectativa é que esse acordo traga mais estabilidade ao comércio internacional.
Os Estados Unidos e a China firmaram um novo acordo comercial após negociações em Genebra e Londres, conforme anunciou o Secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, nesta quinta-feira, 26. O entendimento, assinado recentemente, inclui a entrega de terras raras pela China aos EUA, essenciais para diversas indústrias, em troca da revogação de algumas contramedidas americanas.
O acordo foi discutido em maio e, segundo Lutnick, a China se comprometeu a liberar exportações de terras raras, com um limite de seis meses para as licenças destinadas a montadoras e fabricantes americanos. Em contrapartida, os EUA devem suspender restrições à exportação de materiais como etano e motores de aeronaves, embora as tarifas ainda permaneçam elevadas.
Durante as negociações em Londres, os dois países abordaram as tensões comerciais que surgiram devido a acusações mútuas de violação de acordos anteriores. Apesar do avanço, as tarifas impostas pelos EUA sobre produtos chineses permanecem em 55%, enquanto a média de tarifas da China sobre produtos americanos é de 33%. Lutnick destacou que as contramedidas americanas só serão suspensas após a aceitação da proposta pelos chineses.
O novo acordo é visto como um passo importante para a normalização das relações comerciais entre as duas potências. Contudo, analistas alertam para a falta de clareza sobre quais restrições serão efetivamente aliviadas, o que pode gerar incertezas nas cadeias de suprimento globais. A expectativa é que a implementação deste entendimento traga mais estabilidade ao comércio internacional.
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