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S&P 500 se aproxima de nova máxima após recuperação expressiva nos mercados

S&P 500 se aproxima de novo recorde, impulsionado por trégua geopolítica e forte desempenho das ações de tecnologia.

A Bolsa de Valores de Nova York, nos Estados Unidos, em 10 de abril de 2025, enfrenta uma queda à medida que as ações caem em Wall Street. O principal índice, o Dow Jones Industrials, perde cerca de 800 pontos, caindo para 39.807, uma queda de 1,97%, após uma recuperação histórica na quarta-feira devido à notícia da "pausa nas tarifas" decretada pelo presidente Donald Trump. O S&P 500 diminui 2,3%, o Dow Jones recua aproximadamente 700 pontos (1,7%) e o Nasdaq cai 2,7%. Apesar de um relatório de inflação encorajador, o mercado reage à notícia da pausa nas tarifas, causando a queda dos índices. O anúncio do dia anterior pelo presidente de uma pausa de 90 dias nas "tarifas recíprocas" na maioria dos países, exceto na China, para a qual ele aumenta a taxa para 125%, faz com que os principais índices disparem. (Foto: Deccio Serrano/NurPhoto via Getty Images)
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O S&P 500 está quase atingindo um novo recorde, subindo menos de 1% após uma queda de quase 19% entre março e abril, que resultou em uma perda de cerca de US$ 10 trilhões em valor de mercado. Essa recuperação é impulsionada por uma trégua nas tensões entre Irã e Israel e pelo bom desempenho das ações de tecnologia, especialmente a Nvidia, que teve um aumento de 4,33%. No dia 25 de maio, o S&P 500 fechou estável, enquanto o Dow Jones caiu 0,25% e o Nasdaq subiu 0,31%. O índice teve um crescimento de 6,15% em maio, seu melhor mês desde novembro de 2023, e já acumula alta de 3% em junho. Apesar do otimismo, analistas alertam para os riscos das tarifas sobre a economia e destacam que os balanços do segundo trimestre serão importantes para entender esses efeitos. A expectativa em relação ao Federal Reserve também afeta o mercado, com previsões de apenas duas reduções nas taxas de juros a partir de setembro.

O S&P 500 está a menos de 1% de alcançar um novo recorde histórico, refletindo uma recuperação significativa após uma queda de quase 19% entre março e abril. O índice, que perdeu cerca de US$ 10 trilhões em valor de mercado devido ao anúncio de tarifas pelo presidente Donald Trump, agora se beneficia de uma trégua nas tensões entre Irã e Israel e do desempenho robusto das ações de tecnologia, especialmente da Nvidia, que subiu 4,33%.

Na quarta-feira, 25 de maio, o S&P 500 fechou estável, enquanto o Dow Jones caiu 0,25% e o Nasdaq avançou 0,31%. A alta acumulada de 2,1% nos dois dias anteriores foi impulsionada pela recuperação das ações de tecnologia e pela expectativa de resultados corporativos positivos. Chris Brigati, diretor da SWBC, destacou que a redução das tensões geopolíticas trouxe foco a temas como tarifas e déficit fiscal.

Analistas acreditam que há espaço para novas altas, embora em ritmo moderado. Mohit Kumar, do Jefferies, afirmou que não se espera um grande rali, mas a tendência continua sendo de alta. O S&P 500 teve um desempenho positivo em maio, subindo 6,15%, seu melhor mês desde novembro de 2023, e já acumula alta de 3% em junho.

Fatores de Influência

O otimismo no mercado é sustentado pela recuperação das ações de tecnologia, com a Nvidia se destacando como a empresa mais valiosa do mundo. Ross Mayfield, da Baird, comentou que as big techs continuam a ter um papel decisivo no mercado. Apesar da recuperação, investidores permanecem cautelosos quanto aos riscos, como os efeitos das tarifas sobre a economia.

Keith Buchanan, da Globalt Investments, alertou que o mercado pode estar subestimando esses impactos. Eric Freedman, do US Bank Asset Management, ressaltou que os balanços do segundo trimestre serão cruciais para entender o efeito das tarifas nos preços e lucros. Torsten Slok, economista-chefe da Apollo, observou que a tarifa média atual representa o nível mais alto dos últimos 90 anos.

A expectativa em relação ao Federal Reserve também influencia o mercado. Embora o presidente Trump tenha criticado o presidente do Fed, Jerome Powell, as previsões para cortes nas taxas de juros diminuíram. Rick Rieder, da BlackRock, mencionou que apenas duas reduções são esperadas, começando em setembro.

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