Um grupo de acionistas que possui mais de 80% da Serena decidiu não aceitar a oferta pública de aquisição que foi apresentada em maio. Com essa escolha, a cláusula de proteção chamada poison pill não será ativada, o que facilita o fechamento de capital da empresa. A mudança no controle acionário envolve a entrada do fundo soberano de Cingapura, GIC, e a saída da Tarpon, que era acionista há muito tempo. A Actis, que é a maior acionista, também está participando desse processo. A proposta de compra oferece R$ 11,74 por ação e está sendo analisada pela Comissão de Valores Mobiliários. Recentemente, as ações da Serena fecharam a R$ 11,63. A Actis, que investiu na Serena em 2022 a R$ 16 por ação, procura um parceiro para ajudar a realizar essa operação, que tem custos elevados. Antonio Bastos, fundador da empresa e que possui 12,3% das ações, deve participar da oferta por meio de um veículo criado pela Actis e o GIC, e continuará liderando a companhia. O lançamento da oferta depende de algumas condições, como aprovações regulatórias.
Um grupo de acionistas que detém mais de 80% do capital da Serena (SRNA3) optou por dispensar a oferta pública de aquisição (OPA) protocolada em maio. Com essa decisão, a cláusula de poison pill do estatuto da ex-Omega Energia não será aplicada, facilitando o fechamento de capital da empresa.
A mudança no controle acionário da Serena ocorre com a entrada do GIC, fundo soberano de Cingapura, e a saída da Tarpon, acionista de longa data. A Actis, maior acionista da companhia, também está envolvida no processo. O fechamento de capital implica a conversão do registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de categoria “A” para “B”, resultando na saída da empresa da B3.
A proposta de aquisição, que oferece R$ 11,74 por ação, está sob análise da CVM. No pregão de ontem, as ações da Serena fecharam a R$ 11,63. A Actis, que entrou na Serena em 2022 a um preço de R$ 16 por ação, busca um parceiro para viabilizar a operação, considerando o alto custo envolvido.
Antonio Bastos, fundador da empresa e detentor de 12,3% das ações, deve participar da oferta, integrando um veículo criado pela Actis e o GIC. Ele continuará à frente da companhia. A Serena destacou que o lançamento efetivo da OPA depende do cumprimento de condições precedentes, incluindo aprovações regulatórias e consentimentos de terceiros.
Entre na conversa da comunidade