Uma vaquinha para ajudar Agam Rinjani, que participou do resgate de Juliana Marins, arrecadou R$ 522.305,53, mas a plataforma Voaa reteve 20% desse valor, o que gerou críticas e acusações de oportunismo. Os doadores ficaram insatisfeitos com a taxa, que representa mais de R$ 100 mil, e a plataforma foi acusada de falta de transparência. Após a polêmica, a Voaa desativou os comentários na página da vaquinha, alegando ter recebido mensagens de ódio. A plataforma justificou a taxa como necessária para a manutenção do serviço e destacou que as campanhas são limitadas a 20 por mês para garantir segurança. Uma petição foi criada pedindo que o valor total fosse doado a Agam, já contando com quase 500 apoios. A situação levanta questões sobre a ética nas arrecadações e a responsabilidade das plataformas em garantir que a maior parte do dinheiro chegue aos beneficiários.
Uma campanha de arrecadação para Agam Rinjani, voluntário indonésio que ajudou no resgate de Juliana Marins, gerou polêmica ao reter 20% do total arrecadado pela plataforma Voaa. A vaquinha, encerrada no último sábado, 28, totalizou R$ 522.305,53.
Os doadores expressaram descontentamento com a taxa, que equivale a mais de R$ 100 mil. A plataforma, ligada ao Instituto Razões Para Acreditar, foi criticada por não ter sido clara sobre a retenção de valores. Em resposta, a Voaa desativou os comentários na página da vaquinha, alegando que recebeu mensagens de ódio e ameaças.
A decisão de encerrar a vaquinha foi comunicada em uma publicação no Instagram, onde a plataforma afirmou que a taxa é necessária para a manutenção do serviço. Segundo a Voaa, a cobrança já estava prevista e é a única fonte de receita da empresa. A plataforma também destacou que as campanhas são limitadas a 20 por mês para garantir segurança e acompanhamento.
Após a repercussão negativa, uma petição foi criada para que o valor total arrecadado seja doado integralmente a Agam. O abaixo-assinado já conta com quase 500 apoios e critica a cobrança excessiva, sugerindo que apenas taxas bancárias deveriam ser consideradas. Os organizadores da vaquinha pediram desculpas a quem se sentiu desrespeitado durante o processo.
A situação levanta questões sobre a ética nas arrecadações de fundos e a responsabilidade das plataformas em garantir que a maior parte do valor chegue aos beneficiários. A repercussão negativa pode impactar futuras campanhas de doação, especialmente em casos de emergência.
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