Os estados dos EUA estão competindo para atrair produções de cinema e TV. Texas e Nova York aumentaram seus incentivos fiscais, enquanto a Califórnia tem dificuldades para manter essas produções. Texas agora oferece US$ 300 milhões em créditos tributários a cada dois anos, totalizando US$ 1,5 bilhão em dez anos. Celebridades, como Matthew McConaughey, apoiaram essa mudança. Em Nova York, o teto de impostos para filmes quase dobrou, passando de US$ 420 milhões para US$ 700 milhões, além de US$ 100 milhões para produções independentes. Em contraste, Nevada não conseguiu aumentar seus incentivos, que permanecem em US$ 10 milhões anuais. A Geórgia, por outro lado, já pagou mais de US$ 5 bilhões em incentivos desde 2015. A Louisiana revisou seus incentivos, mantendo um limite de US$ 125 milhões, mas permitindo mais flexibilidade na alocação dos recursos. A deputada Emily Chenevert acredita que isso tornará o estado mais competitivo. A competição entre os estados para atrair produções de Hollywood continua a crescer.
Os estados americanos estão intensificando a competição para atrair produções de cinema e TV, com Texas e Nova York expandindo significativamente seus programas de incentivos fiscais. Enquanto isso, a Califórnia enfrenta dificuldades para manter essas produções, levando seus legisladores a mais que dobrar o programa de crédito tributário anual, que agora é de US$ 750 milhões.
Recentemente, o Texas aprovou um projeto de lei que aumenta os créditos tributários para US$ 300 milhões a cada dois anos, um investimento adicional de US$ 1,5 bilhão ao longo da próxima década. Celebridades como o ator Matthew McConaughey apoiaram a medida, destacando que isso colocará o estado na “mesa de negociações” para atrair mais filmes e programas de TV.
Em Nova York, a governadora Kathy Hochul quase dobrou o teto anual de impostos para filmes, de US$ 420 milhões para US$ 700 milhões. Além disso, foram adicionados US$ 100 milhões em créditos fiscais para produções independentes, elevando o total anual para US$ 800 milhões. A Motion Picture Association elogiou o aumento, ressaltando a importância da produção cinematográfica para a economia local.
Situação em Nevada e Geórgia
O estado de Nevada não conseguiu aumentar seus incentivos fiscais, que permanecem em US$ 10 milhões anuais. Um projeto que previa US$ 1,4 bilhão em créditos fiscais não avançou no Senado, apesar do apoio do Screen Actors Guild. Em contraste, a Geórgia continua a se destacar, tendo pago mais de US$ 5 bilhões em incentivos fiscais entre 2015 e 2022. O estado reativou um crédito tributário de pós-produção, permitindo que empresas obtenham créditos por filmagens feitas em outros locais.
Mudanças na Louisiana
A Louisiana, que foi pioneira em incentivos fiscais para a indústria cinematográfica, revisou seus programas. O limite geral foi mantido em US$ 125 milhões, mas os legisladores flexibilizaram as alocações para projetos, permitindo mais liberdade na destinação dos recursos. A deputada Emily Chenevert afirmou que a mudança tornará o estado mais competitivo na atração de produções.
Produções como “Pecadores”, que retrata irmãos gêmeos enfrentando um mal sobrenatural, foram filmadas na Louisiana, destacando a eficácia dos incentivos fiscais na atração de Hollywood. A competição entre os estados continua a crescer, com cada um buscando se destacar na corrida por produções cinematográficas e televisivas.
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