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Leilão da verticalização da Faria Lima está previsto para agosto, afirma gestão Nunes

SP Urbanismo leiloará Cepacs em agosto, arrecadando R$ 2,8 bilhões para urbanização de Paraisópolis e melhorias na infraestrutura local.

Fachadas de prédios de escritórios na avenida Brigadeiro Faria Lima, na zona oeste de São Paulo (Foto: Eduardo Knapp - 11.mar.2021/Folhapress)
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A avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, vai passar por mudanças importantes. A SP Urbanismo anunciou que vai leiloar Cepacs, que são certificados que permitem construir mais na região, em agosto. A expectativa é arrecadar R$ 2,8 bilhões, que serão usados para urbanizar Paraisópolis e melhorar a infraestrutura local. Com esses recursos, será possível construir novos prédios e ampliar os existentes em bairros como Itaim Bibi e Jardins. A nova proposta de construção é mais atraente do que as regras antigas de 1995, permitindo prédios maiores e até a demolição de edifícios antigos. A prefeitura já enviou detalhes do leilão para a Comissão de Valores Mobiliários. Cerca de R$ 2 bilhões serão usados prioritariamente na urbanização de Paraisópolis, além de outras obras, como um túnel para melhorar o tráfego. A prefeitura está trabalhando com várias secretarias para decidir como aplicar os recursos, focando em melhorias que beneficiem toda a área da Faria Lima.

A avenida Brigadeiro Faria Lima, um dos principais centros financeiros de São Paulo, está prestes a passar por uma nova fase de transformações. A SP Urbanismo anunciou um leilão de Cepacs (Certificados de Potencial Adicional de Construção) para agosto, com expectativa de arrecadação de R$ 2,8 bilhões. Os recursos serão direcionados para a urbanização de Paraisópolis e melhorias na infraestrutura local.

Os Cepacs permitirão a construção de novos edifícios e a ampliação dos já existentes na região, que inclui bairros como Itaim Bibi, Jardins, Pinheiros, Vila Olímpia e Vila Nova Conceição. Esses títulos substituem a outorga onerosa, uma taxa cobrada pela prefeitura para permitir construções acima do limite do lote. O dinheiro arrecadado será aplicado em obras de infraestrutura, beneficiando tanto a área da operação quanto as comunidades vizinhas.

Expansão e Modernização

A revisão da operação Faria Lima foi necessária, pois as regras de 1995 se tornaram menos atrativas em comparação com legislações mais recentes. A nova proposta permite a construção de prédios maiores, incentivando até a demolição de edifícios antigos. A prefeitura enviou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o prospecto detalhando a operação, um passo crucial para a realização do leilão.

Cerca de R$ 2 bilhões dos recursos arrecadados serão prioritariamente usados na urbanização de Paraisópolis e áreas adjacentes. Além disso, outras intervenções estão previstas, como a construção de um túnel para melhorar o tráfego na região, um projeto que remonta à década de 1980. No entanto, a administração municipal reconhece que os recursos podem não ser suficientes para todas as obras planejadas.

Intervenções e Infraestrutura

Entre as obras projetadas, destaca-se a extensão da hidrovia do rio Pinheiros e a reforma do Largo da Batata. A prefeitura está alinhando esforços com diversas secretarias para definir as melhores estratégias de aplicação dos recursos. O foco permanece na urbanização de Paraisópolis, com a expectativa de que as melhorias na infraestrutura beneficiem toda a região da Faria Lima.

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