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Compliance fortalece empresas e atrai novos investimentos no mercado brasileiro

Especialistas afirmam que a governança e o compliance são essenciais para PMEs, promovendo integridade e atraindo investimentos.

As boas práticas de governança e compliance leva o consumidor a ganhar mais segurança e confiança de que a empresa age de acordo com o que divulga ao mercado (Foto: Pixabay)
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  • A adoção de boas práticas de governança e compliance é essencial para empresas de todos os tamanhos, promovendo transparência e responsabilidade.
  • Especialistas afirmam que essas práticas devem evoluir com as demandas sociais, como a sustentabilidade, e que micro, pequenas e médias empresas (PMEs) também devem implementá-las.
  • A governança corporativa estabelece regras para garantir transparência, equidade e responsabilidade nas decisões, enquanto o compliance assegura que a organização siga normas.
  • Gabriela Loreto da Silveira, responsável pela área societária do Eichenberg, Lobato, Abreu & Advogados Associados, destaca a importância de um programa de compliance que inclua canais de denúncia e comitês para investigar riscos.
  • O Fórum Ética e Compliance, realizado em São Paulo, enfatizou que a busca por boas práticas está em constante evolução, incluindo a promoção da diversidade nas empresas.

Quando empresas adotam boas práticas de governança e compliance, os benefícios vão além da organização interna. O consumidor se sente mais seguro, sabendo que a empresa atua de acordo com suas promessas. Em um mercado cada vez mais exigente, essas práticas se tornaram diferenciais estratégicos, não apenas para grandes corporações, mas também para micro, pequenas e médias empresas (PMEs).

A governança corporativa estabelece regras que garantem transparência, equidade e responsabilidade nas decisões. O compliance, por sua vez, atua como um guardião da integridade, assegurando que a organização siga as normas. Juntas, essas ferramentas ajudam a prevenir riscos, reforçar a reputação e atrair investimentos, alinhando os interesses de sócios, fornecedores e clientes.

Fernanda Fossati, sócia da área de Governança Corporativa do TozziniFreire Advogados, ressalta que a governança deve se adaptar ao crescimento da empresa e às demandas sociais, como a sustentabilidade. Para ela, a ideia de que apenas grandes empresas precisam de governança é ultrapassada. É fundamental que mesmo as PMEs estabeleçam estruturas que orientem decisões com base em princípios éticos.

Importância do Compliance

Gabriela Loreto da Silveira, responsável pela área societária do Eichenberg, Lobato, Abreu & Advogados Associados, complementa que o compliance promove uma cultura de integridade e prevenção de riscos. Isso inclui a criação de canais de denúncia e códigos de conduta. Um programa eficaz de compliance deve ter comitês para investigar denúncias e mapeamento de riscos.

A governança deve garantir que informações relevantes sejam comunicadas de forma clara, desde resultados financeiros até decisões estratégicas. Gabriela destaca que não existe uma estrutura única; cada empresa deve construir sua governança de acordo com sua realidade. Uma empresa menor pode ter práticas mais enxutas, mas ainda assim deve seguir boas práticas.

As especialistas, que participaram do Fórum Ética e Compliance em São Paulo, concordam que a busca por boas práticas está em constante evolução. A adaptação às exigências sociais, como a promoção da diversidade, é um exemplo de como as empresas devem se moldar às pressões do mercado e dos consumidores. O evento foi realizado pelo Valor, com patrocínio da Ambipar e apoio do Grupo Globo.

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