- Startups da Geração Z, como Cluely e Hedra, estão utilizando vídeos virais no TikTok para anunciar rodadas de investimento.
- A Cluely levantou US$ 15 milhões ao recriar uma cena do filme “A Rede Social” em seu vídeo.
- O fundador da Cluely, Chungin Roy Lee, mencionou que um vídeo anterior, com investimento de US$ 140 mil, viralizou e causou problemas nos servidores da empresa.
- A Hedra, focada em avatares digitais, usou um estilo divertido em seus vídeos, com o fundador, Michael Lingelbach, aparecendo como ele mesmo e como personagens animados.
- A empresária Grace Beverley anunciou investimentos de £ 5 milhões para a marca TALA e de € 1,9 milhão para a Retrograde, utilizando canetas felpudas em seus vídeos.
Anunciar rodadas de investimento está passando por uma transformação significativa. Startups da Geração Z, como Cluely e Hedra, estão utilizando vídeos virais no TikTok para divulgar suas conquistas, abandonando formatos tradicionais como posts no LinkedIn. Essa mudança visa atrair visibilidade e investidores de maneira mais dinâmica.
A Cluely, que se descreve como “a startup que trapaceia em tudo”, levantou US$ 15 milhões ao recriar uma cena do filme “A Rede Social” em seu vídeo de anúncio. O fundador, Chungin Roy Lee, relatou que um vídeo anterior, com um investimento de US$ 140 mil, viralizou a ponto de derrubar os servidores da empresa. O conteúdo criativo e envolvente parece ser uma estratégia eficaz para captar a atenção do público.
Estratégias Inovadoras
Outra startup que se destacou foi a Hedra, focada em avatares digitais. O fundador, Michael Lingelbach, apareceu em um vídeo como ele mesmo e também como personagens de animações, utilizando um estilo divertido e acessível. Essa abordagem lúdica visa conectar-se com um público mais jovem e engajado.
Além disso, a empresária britânica Grace Beverley utilizou o TikTok para anunciar duas rodadas de investimento: uma de £ 5 milhões para a marca de roupas esportivas TALA e outra de € 1,9 milhão para a Retrograde, uma agência de talentos baseada em inteligência artificial. Em seus vídeos, ela assinou contratos com canetas felpudas, criando um conteúdo que ressoou com os usuários da plataforma.
Para muitas startups, criar um vídeo viral pode ser uma estratégia mais eficaz do que depender de postagens em redes sociais tradicionais. Essa nova abordagem não apenas ajuda a alcançar novos clientes, mas também desperta o interesse de investidores dispostos a se conectar diretamente através das redes sociais.
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