- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou a redução da carga tributária das exportações brasileiras através do Imposto de Valor Agregado (IVA) em 1º de julho de 2025.
- A medida faz parte da reforma tributária em andamento e visa aumentar a competitividade do Brasil em um cenário internacional protecionista.
- Haddad destacou a importância de investimentos em logística, mencionando a meta de 30 concessões de rodovias sob a administração do presidente Lula, em contraste com apenas quatro concessões no governo anterior.
- O ministro afirmou que o Brasil está crescendo em média 3% ao ano, o dobro do crescimento dos últimos dez anos, e pediu que esse crescimento seja celebrado independentemente de divergências políticas.
- Ele também enfatizou que o governo busca um crescimento que promova justiça social.
BRASÍLIA – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta terça-feira, 1º, a redução da carga tributária das exportações brasileiras por meio do Imposto de Valor Agregado (IVA), parte da reforma tributária em andamento. Durante a cerimônia de lançamento do Plano Safra 2025/2026, ele destacou que o cenário internacional se torna cada vez mais protetorista e que o Brasil precisa se adaptar.
Haddad ressaltou que a competitividade do Brasil depende de fatores sanitários e ecológicos. Ele afirmou que a introdução do IVA representa uma mudança significativa no sistema tributário nacional. O ministro criticou as políticas de alguns países da América do Sul, que, segundo ele, estão em desacordo com as medidas adotadas pelo governo brasileiro.
Investimentos em Logística
O ministro também mencionou que os investimentos em logística foram negligenciados nos últimos anos, mas estão sendo retomados. Ele comparou o número de concessões de rodovias feitas pelo governo anterior, que foram apenas quatro em quatro anos, com a meta atual de 30 concessões sob a administração do presidente Lula. Haddad defendeu que o governo atual está comprometido em melhorar a infraestrutura para facilitar as exportações.
Além disso, o ministro reconheceu a existência de uma disputa ideológica no país e pediu que o crescimento econômico seja celebrado independentemente das posições políticas. Ele afirmou que o Brasil está crescendo em média 3% ao ano, o que é o dobro do crescimento dos últimos dez anos. Haddad finalizou enfatizando que o governo busca um crescimento que também promova justiça social.
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