- O governo brasileiro estuda um plano para reduzir benefícios tributários.
- A expectativa é gerar uma arrecadação adicional de R$ 20 bilhões em 2026.
- A informação foi divulgada pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan.
- Ele destacou dificuldades técnicas para aprovar a redução dos incentivos fiscais.
- O governo busca alternativas para equilibrar as contas até 2026, utilizando textos legislativos em tramitação no Congresso.
BRASÍLIA (Reuters) – O governo brasileiro está avaliando um plano para reduzir benefícios tributários, com a expectativa de gerar uma arrecadação adicional de R$ 20 bilhões em 2026. A afirmação foi feita pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, nesta quarta-feira.
Durante uma entrevista após reunião com parlamentares, Durigan destacou que a proposta enfrenta dificuldades técnicas para a aprovação da redução dos incentivos fiscais. Ele explicou que não é viável aprovar uma medida que reduza genericamente os benefícios existentes. A equipe econômica busca alternativas para equilibrar as contas do governo até 2026.
O secretário também mencionou que textos legislativos já em tramitação no Congresso podem ser utilizados, desde que sejam aprimorados para garantir resultados efetivos. Na terça-feira, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, havia indicado uma previsão de arrecadação de R$ 15 bilhões com a iniciativa.
Desafios na Implementação
A proposta de corte nos incentivos fiscais é uma das várias frentes que o governo está considerando para aumentar a arrecadação. Contudo, a complexidade técnica de identificar e reduzir cada benefício individualmente representa um desafio significativo.
Durigan reiterou a necessidade de um planejamento cuidadoso para que as mudanças sejam implementadas de forma eficaz. O governo continua a trabalhar em soluções que possam viabilizar a proposta, enquanto busca o apoio necessário no Congresso para avançar com as medidas.
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