- O presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, se reuniu com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para discutir a crise financeira da estatal.
- O governo pressiona para o fechamento de agências e demissões, enquanto Santos defende que as demissões ocorram apenas no Programa de Demissão Voluntária (PDV).
- A estatal registrou um prejuízo recorde de R$ 2,6 bilhões em 2024.
- A proposta do governo pode resultar na demissão de até 10 mil funcionários, uma medida apoiada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa.
- O mandato de Santos termina em agosto e sua permanência depende da recondução pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Com o cargo em risco, o presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, se reuniu no último fim de semana com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A conversa abordou a pressão do governo para fechar agências e demitir funcionários, enquanto Santos defende que as demissões ocorram apenas no âmbito do Programa de Demissão Voluntária (PDV).
O Palácio do Planalto busca soluções para reverter o prejuízo recorde de R$ 2,6 bilhões registrado pela estatal em 2024. A proposta de fechamento de agências, que pode resultar na demissão de até 10 mil funcionários, é defendida pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa. Santos, por sua vez, resiste a essa pressão, indicando que prefere manter os postos de trabalho dos funcionários que não aderirem ao PDV.
O mandato de Fabiano Silva dos Santos termina em agosto, e sua permanência no cargo depende da recondução pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O cargo é considerado estratégico e é alvo de interesse do União Brasil, partido do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A situação gera incertezas tanto para os trabalhadores quanto para a administração da estatal, que enfrenta um dos momentos mais desafiadores de sua história.
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