- Aleese Lightyear, ex-produtora de TV em Nova York, mudou-se para a China em 2019 após enfrentar dificuldades financeiras e estresse na carreira.
- Ela obteve um certificado de Ensino de Inglês como Língua Estrangeira (TEFL) e leciona em uma universidade em Chengdu.
- Lightyear trabalha de segunda a sexta-feira, com uma carga horária de 18 horas semanais, recebendo cerca de US$ 30.000 por ano.
- Na China, ela tem um melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional, além de benefícios como seguro saúde gratuito e auxílio para aluguel.
- Apesar de desafios como ser uma mulher de cor em um país homogêneo, Lightyear se sente mais confiante e resiliente após cinco anos vivendo no exterior.
Aleese Lightyear, ex-produtora de TV em Nova York, decidiu mudar de vida após enfrentar dificuldades financeiras e estresse em sua carreira. Com um salário de US$ 100.000 por ano, a vida na cidade era cara e desgastante. Ao se aproximar dos 30 anos, Lightyear percebeu que trabalhava entre 70 a 80 horas por semana, sem economias ou benefícios.
Em busca de uma nova perspectiva, Lightyear pesquisou formas de ganhar dinheiro enquanto viajava. A ideia de ensinar inglês no exterior surgiu após conversar com um colega que havia trabalhado na Coreia do Sul. Após dois anos de reflexão, ela obteve um certificado TEFL e decidiu se mudar para a China em 2019.
Nova Vida na China
Atualmente, Lightyear vive em Chengdu, onde leciona em uma universidade. Com uma carga horária de 18 horas semanais, ela recebe cerca de US$ 30.000 por ano. Embora esse valor seja considerado baixo nos Estados Unidos, na China, ela se sente confortável financeiramente. A professora destaca que, além do salário, recebe benefícios como seguro saúde gratuito, auxílio para aluguel e férias pagas.
A mudança trouxe um equilíbrio entre vida pessoal e profissional que ela nunca teve em Nova York. Lightyear afirma que agora tem tempo para hobbies e para aprender a língua local. Sua rotina é bem diferente, com aulas apenas de segunda a sexta-feira.
Desafios e Adaptação
Apesar de se sentir segura e feliz na China, Lightyear enfrenta desafios como ser uma mulher de cor em um país homogêneo. Ela relata que frequentemente é abordada por pessoas que a reconhecem como estrangeira. No entanto, essa experiência também aumentou sua autoconfiança.
Com mais de cinco anos vivendo na China, Lightyear observa que, ao retornar aos Estados Unidos, sente um choque cultural reverso. Ela frequentemente explica a amigos e familiares como sua vida melhorou desde a mudança. A professora acredita que a experiência de viver na China a tornou mais resiliente e capaz de enfrentar desafios em qualquer lugar do mundo.
Entre na conversa da comunidade