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Empresa adiciona ‘A’ de acessibilidade à sigla ESG sob nova liderança do CEO

Audima planeja unir empresas em movimento social para promover acessibilidade digital, visando incluir 60 milhões de brasileiros com deficiência.

Luiz Pedroza, CEO da Audima (Foto: Audima/Divulgação)
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  • A Audima, empresa de acessibilidade digital, registrou um aumento de 23% no faturamento em 2024.
  • A companhia planeja um movimento social B2B para 2025, focando na conscientização sobre acessibilidade digital.
  • A Audima atende mais de cinco mil clientes em 11 países, incluindo Itaipu Binacional e Serasa.
  • A empresa desenvolveu mais de 20 tecnologias proprietárias, como tradução em Libras e descrição automática de imagens.
  • O rebranding da Audima está em andamento e visa fortalecer a inclusão digital para os 60 milhões de brasileiros com deficiência.

A Audima, empresa de acessibilidade digital fundada por Luiz Pedroza em 2017, registrou um aumento de 23% no faturamento em 2024 e planeja um movimento social B2B para 2025. O foco será a conscientização sobre a importância da acessibilidade digital para os 60 milhões de brasileiros com deficiência.

A empresa atende mais de 5 mil clientes em 11 países, incluindo grandes marcas como Itaipu Binacional e Serasa. Luiz Pedroza, que assumiu o cargo de CEO, destaca que a acessibilidade não deve ser vista como caridade, mas como uma oportunidade de mercado. Ele afirma que empresas que não oferecem acessibilidade podem perder até 30% de seu público.

Em 2025, a Audima pretende lançar um movimento social que visa unir grandes empresas e agências para promover a inclusão digital. O rebranding da empresa, que já está em andamento, será um dos primeiros passos para fortalecer essa iniciativa. Luiz enfatiza que a escuta ativa e a empatia são fundamentais para o sucesso do projeto.

A Audima desenvolveu mais de 20 tecnologias proprietárias, como tradução em Libras e descrição automática de imagens, validando suas soluções com grupos de pessoas com deficiência. A empresa também expandiu para a América Latina em 2021, com 30% da receita proveniente do exterior, com a meta de alcançar 50% até 2027.

Luiz Pedroza, que começou sua carreira em um quiosque de franquia, encontrou na experiência de sua irmã com dislexia a motivação para criar a Audima. Ele acredita que não há inclusão social sem inclusão digital, e que a urgência da acessibilidade digital é um tema que precisa ser amplamente discutido e implementado.

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