- O dólar fechou a sexta-feira, quatro de julho, com alta de 0,37%, cotado a R$ 5,424.
- A moeda americana variou entre R$ 5,403 e R$ 5,426 durante o dia, que teve baixa liquidez devido ao feriado nos Estados Unidos.
- Essa alta recuperou parte das perdas da semana, quando o dólar atingiu seu menor valor do ano, acumulando queda de 1,06% na semana.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou novas tarifas sobre exportações, que entrarão em vigor em primeiro de agosto.
- A expectativa para o superávit da balança comercial foi revisada de US$ 70,2 bilhões para US$ 50,4 bilhões, mas não impactou o câmbio.
O dólar encerrou a sexta-feira, 4, com alta de 0,37%, cotado a R$ 5,424. A moeda americana oscilou entre R$ 5,403 e R$ 5,426 durante o dia, que foi marcado por baixa liquidez devido ao feriado de independência nos Estados Unidos. Essa alta moderada recuperou parte das perdas da semana, quando o dólar atingiu seu menor valor do ano. No acumulado semanal, a moeda cedeu 1,06%.
O presidente Donald Trump anunciou que seu governo começará a notificar parceiros comerciais sobre novas tarifas sobre exportações, com início em 1º de agosto. Essas tarifas afetarão países que ainda não firmaram acordos com os EUA, a apenas cinco dias do prazo final estabelecido para 9 de julho.
Além disso, a expectativa para o superávit da balança comercial foi revisada para baixo, de US$ 70,2 bilhões para US$ 50,4 bilhões. Apesar dessa revisão, o câmbio não foi impactado. O dólar à vista, utilizado para liquidações imediatas, é amplamente empregado por empresas e instituições financeiras em operações de curto prazo, refletindo o valor real de mercado.
O dólar futuro, por sua vez, é negociado na Bolsa de Valores e permite que investidores se protejam contra a volatilidade cambial. A cotação do dólar futuro pode variar significativamente, pois considera as expectativas do mercado sobre a economia.
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