- Uma pesquisa da Firjan revelou que dois em cada três empresários consideram a segurança essencial para investimentos.
- A Petrobras foi alvo de uma quadrilha que furtou oleodutos; os criminosos foram presos após cavarem um túnel de sete metros em Rio das Flores.
- A Light registrou 68 casos de danos a equipamentos por tiros e 115 furtos de cabos entre janeiro e junho deste ano.
- O Rio Ônibus e a Águas do Rio também enfrentaram problemas de segurança, incluindo a destruição de uma central de fibra óptica da Nio, antiga Oi.
- O MetrôRio teve uma subestação invadida por assaltantes, que fizeram quatro funcionários reféns, evidenciando a grave situação de insegurança.
Uma pesquisa da Firjan revelou que dois em cada três empresários veem a segurança como um fator essencial para investimentos. Essa preocupação se intensifica diante de uma série de ataques a empresas no Brasil, que têm gerado prejuízos e insegurança.
Recentemente, a Petrobras foi alvo de uma quadrilha especializada em furto de oleodutos. Na última terça-feira, a polícia prendeu os criminosos, que haviam cavado um túnel de sete metros em Rio das Flores, com o objetivo de acessar um duto que abastece os estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.
A Light também enfrenta desafios. Entre janeiro e junho deste ano, a empresa registrou 68 casos de danos a seus equipamentos causados por tiros e 115 furtos de cabos. Esses incidentes refletem um cenário preocupante para a segurança pública e para as operações das empresas.
Outros Casos de Ataques
O Rio Ônibus foi impactado pelo tráfico, que desalojou uma garagem em Vigário Geral, enquanto a Águas do Rio teve funcionários baleados ao cobrar dívidas em Cacuia, Ilha do Governador. Em outro incidente, a Nio, antiga Oi, teve uma central de fibra óptica destruída por bandidos armados.
No dia 14 de maio, o MetrôRio também foi alvo de criminosos. Segundo a Polícia Civil, cerca de 12 assaltantes invadiram uma subestação de energia e fizeram quatro funcionários reféns. A situação de insegurança é tão grave que a operadora Claro informou a uma moradora da Praça Seca que não havia previsão para normalizar os serviços devido a problemas de segurança na região.
Esses eventos ressaltam a urgência de medidas eficazes para garantir a segurança das empresas e, consequentemente, a confiança dos investidores.
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