- A presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Dilma Rousseff, anunciou a aprovação de 122 projetos, totalizando cerca de US$ 40 bilhões.
- O NDB enfrentou um problema sério de liquidez, ficando 15 meses sem captações no mercado.
- Em março de 2023, o banco captou US$ 1,250 bilhão e já superou US$ 16 bilhões em captações durante a gestão de Dilma.
- Para o Brasil, foram aprovados 29 projetos, totalizando US$ 7 bilhões, com desembolsos de US$ 4 bilhões.
- Dilma também comentou sobre a desdolarização global, afirmando que não vê sinais claros desse fenômeno e que o mercado financeiro continua predominantemente dolarizado.
A ex-presidente Dilma Rousseff, atual presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), anunciou que a instituição já aprovou 122 projetos, totalizando cerca de US$ 40 bilhões. Em entrevista coletiva, Dilma destacou que o NDB enfrentou um “problema sério” de liquidez, ficando 15 meses sem captações no mercado, o que afetou o planejamento estratégico do banco.
O NDB voltou a captar recursos em março de 2023, com uma captação de US$ 1,250 bilhão, e já superou US$ 16 bilhões em captações durante a gestão de Dilma. “Desde que eu cheguei lá, nós captamos mais de US$ 16,1 bilhões”, afirmou. Para o Brasil, foram aprovados 29 projetos, totalizando US$ 7 bilhões, com desembolsos de US$ 4 bilhões, representando 18% do total do banco.
Desdolarização Global
Dilma Rousseff também abordou a questão da desdolarização global, afirmando que não observa sinais claros desse fenômeno. “Eu não vejo assim, claramente, nenhum sinal de desdolarização”, disse. Embora reconheça que alguns países estão utilizando mais suas próprias moedas nas transações internacionais, ela acredita que isso não compromete a posição do dólar como ativo de reserva de valor.
A presidente do NDB ressaltou que o mercado financeiro internacional continua predominantemente dolarizado, apesar de movimentos de diversificação de ativos. “Quem decide isso não é nenhum investidor externo, é o mercado”, afirmou. O NDB tem como prioridade facilitar o financiamento em moedas locais e busca expandir o número de países membros do banco.
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