- Os países do Brics expressaram preocupações sobre o aumento do protecionismo na cúpula realizada no Rio de Janeiro nos dias seis e sete de novembro.
- Os líderes criticaram medidas unilaterais que afetam o comércio internacional, sem citar diretamente os Estados Unidos.
- A declaração final destacou que o crescimento de tarifas e medidas não tarifárias prejudica as normas da Organização Mundial do Comércio (OMC).
- A cúpula condenou o uso de alegações ambientais como justificativa para o protecionismo, citando a Lei Antidesmatamento da União Europeia como um exemplo que impacta as exportações agrícolas do Brasil.
- Os membros do Brics alertaram que barreiras comerciais podem ter consequências sérias para o comércio global e criar incertezas na economia.
Os países do Brics expressaram graves preocupações sobre o aumento do protecionismo durante a cúpula realizada no Rio de Janeiro, nos dias 6 e 7 de novembro. Os líderes criticaram medidas unilaterais que impactam o comércio internacional, sem mencionar diretamente os Estados Unidos, mas fazendo referência às políticas do presidente Donald Trump.
Na declaração final, os membros do Brics afirmaram que o crescimento de medidas tarifárias e não tarifárias prejudica as normas da Organização Mundial do Comércio (OMC). O documento destaca que essas práticas podem criar incertezas na economia global e afetar negativamente as cadeias de suprimento.
Além disso, a cúpula condenou o uso de alegações ambientais como justificativa para o protecionismo. A Lei Antidesmatamento da União Europeia, que entrará em vigor em 2026, foi citada como um exemplo de restrição que afeta as exportações agrícolas do Brasil, incluindo produtos como carne e soja.
Os líderes do Brics alertaram que a adoção crescente de barreiras comerciais pode ter consequências sérias para o comércio global. O aumento de tarifas e medidas não tarifárias, assim como o protecionismo disfarçado de preocupações ambientais, pode prejudicar a economia internacional e criar um ambiente de incerteza para os negócios.
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