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Acompanhe as ações de Motiva, PetroRecôncavo, PRIO e Magalu hoje

Empresas do setor de energia e varejo intensificam captação de recursos por meio da emissão de debêntures, com valores expressivos em jogo.

Foto: Reprodução
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  • A Motiva aprovou a emissão de R$ 2,5 bilhões em debêntures.
  • A PetroRecôncavo levantou R$ 500 milhões por meio da terceira emissão de debêntures simples, com vencimento em 4 de julho de 2032.
  • A PRIO aumentou sua emissão de debêntures de R$ 2,4 bilhões para R$ 3 bilhões.
  • A Magazine Luiza esclareceu que a projeção de R$ 70 bilhões em faturamento para 2025 é uma referência de analistas, não uma previsão oficial.
  • As emissões da Motiva e da PRIO serão divididas em duas séries e destinadas a investidores profissionais.

O radar corporativo desta segunda-feira (7) destaca a movimentação no mercado de debêntures, com várias empresas do setor de energia e varejo buscando captar recursos. A Motiva (MOTV3) aprovou a emissão de R$ 2,5 bilhões em debêntures, enquanto a PetroRecôncavo (RECV3) levantou R$ 500 milhões. A PRIO (PRIO3) também anunciou um aumento em sua emissão, passando de R$ 2,4 bilhões para R$ 3 bilhões.

Detalhes das Emissões

A PetroRecôncavo captou R$ 500 milhões por meio da terceira emissão de debêntures simples, que não são conversíveis em ações. Os títulos têm vencimento previsto para 4 de julho de 2032, o que representa um prazo de sete anos.

A Motiva informou que sua controlada, a AutoBAn, aprovou a 16ª emissão de debêntures, que será dividida em duas séries. A operação será realizada através de uma oferta pública com esforços restritos, destinada exclusivamente a investidores profissionais, conforme as normas da CVM.

Aumento de Emissão e Projeções

A PRIO decidiu aumentar o valor de sua sexta emissão de debêntures, que agora totaliza R$ 3 bilhões, também dividida em duas séries.

Além disso, a Magazine Luiza (MGLU3) esclareceu que a projeção de faturamento de R$ 70 bilhões para 2025, mencionada por um de seus diretores em evento do BNDES, é apenas uma referência baseada no consenso de analistas de mercado, e não uma previsão oficial da empresa.

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