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Cury alcança vendas líquidas de R$2,3 bilhões no 2º trimestre, crescimento de 29%

Cury registra vendas líquidas de R$ 2,3 bilhões, mas enfrenta queda de 32% na geração de caixa devido a mudanças na Caixa Econômica Federal.

Prédio em construção (Foto: Cury)
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  • As vendas líquidas da Cury (CURY3) totalizaram R$ 2,3 bilhões no segundo trimestre de 2023, com um crescimento de 29% em relação ao ano anterior.
  • A empresa lançou nove empreendimentos, com um valor geral de vendas de R$ 2,2 bilhões, aumento de 28% em comparação ao segundo trimestre de 2024.
  • A maior parte das vendas, 92,8%, foi realizada através do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que agora inclui imóveis de até R$ 500 mil.
  • A geração de caixa da Cury foi de R$ 103,3 milhões, uma queda de 32% devido a mudanças no cronograma de repasses da Caixa Econômica Federal, resultando em um saldo a receber de R$ 210,2 milhões.
  • A venda sobre oferta líquida caiu de 50,5% para 47,5%, refletindo o aumento no volume de lançamentos, enquanto o preço médio das vendas subiu para R$ 309,7 mil, alta de 2,7%.

As vendas líquidas da Cury (CURY3) atingiram R$2,3 bilhões no segundo trimestre de 2023, representando um crescimento de 29% em comparação ao mesmo período do ano anterior. A construtora, que se destaca no programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), lançou nove empreendimentos, com um valor geral de vendas (VGV) de R$2,2 bilhões, um aumento de 28% em relação ao segundo trimestre de 2024.

A maioria das vendas, 92,8%, ocorreu dentro do MCMV, que agora abrange imóveis de até R$500 mil. Ronaldo Cury, diretor de Relações com Investidores, afirmou que essa nova faixa do programa é benéfica para a empresa, já que anteriormente cerca de 30% dos empreendimentos não se enquadravam nas regras do MCMV. Ele também mencionou a possibilidade de aumentar o plano de lançamentos para o ano.

Impactos Financeiros

A geração de caixa da Cury foi de R$103,3 milhões, uma queda de 32% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Essa redução foi influenciada por mudanças no cronograma de repasses da Caixa Econômica Federal, resultando em um saldo a receber de R$210,2 milhões. Cury destacou que, sem essas alterações, os valores já teriam sido contabilizados como geração de caixa.

A venda sobre oferta (VSO) líquida caiu de 50,5% no segundo trimestre de 2024 para 47,5% neste ano, reflexo do aumento no volume de lançamentos. O preço médio das vendas foi de R$309,7 mil, uma alta de 2,7% em relação ao ano anterior.

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