- O Carrefour está avaliando a venda de seus negócios na Argentina, onde atua desde mil novecentos e oitenta e dois.
- A empresa contratou o Deutsche Bank para identificar potenciais compradores.
- A decisão faz parte de um plano de reestruturação global, com foco em mercados prioritários como Brasil e França.
- Mudanças na liderança regional foram anunciadas, com o COO argentino, Pablo Lorenzo, assumindo a operação brasileira.
- O Carrefour possui cerca de 680 lojas na Argentina, com faturamento anual de aproximadamente US$ 6 bilhões e mais de 17 mil funcionários.
O Carrefour está avaliando a venda de seus negócios na Argentina, onde atua desde 1982, e contratou o Deutsche Bank para identificar potenciais compradores. A decisão faz parte de um plano de reestruturação global, com foco em mercados prioritários como Brasil e França. O CEO global, Alexandre Bompard, já havia sinalizado a intenção de desinvestir em ativos considerados não estratégicos.
As negociações estão em estágio inicial e podem levar meses ou até mais de um ano para serem concluídas. O Carrefour, que compete com a rede local Coto, pode optar por uma venda parcial, mantendo presença no mercado argentino por meio de um parceiro local, semelhante a estratégias adotadas em outros países.
Mudanças na Liderança
Recentemente, o Carrefour anunciou mudanças na liderança de sua operação brasileira. O atual CEO, Stéphane Maquaire, deixará o cargo, sendo substituído pelo COO argentino, Pablo Lorenzo. Este novo líder também será responsável pela América Latina e poderá conduzir o processo de desinvestimentos na Argentina.
Atualmente, o Carrefour possui cerca de 680 lojas no país e um faturamento anual de aproximadamente US$ 6 bilhões, empregando mais de 17 mil funcionários. Entre os possíveis interessados na operação estão a rede La Anónima, o grupo GDN, o fundo Inverlat e o Mercado Livre, que recentemente entrou no setor de supermercados.
A decisão de avaliar a venda na Argentina reflete uma estratégia mais ampla do Carrefour, que opera em diversos países europeus e na América Latina, priorizando mercados que oferecem maior potencial de crescimento.
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