- A pesquisa do Federal Reserve de Nova York revelou que as expectativas de inflação se mantiveram em 3% em junho, mesmo nível de janeiro.
- As preocupações sobre o impacto das tarifas impostas pelo presidente Donald Trump na inflação diminuíram.
- A expectativa de inflação teve uma leve queda de 0,2 pontos percentuais em relação a maio, após atingir 3,6% em março e abril.
- O índice de preços ao consumidor subiu 0,1% em maio, com a taxa anual de inflação em 2,4%, acima da meta de 2% do Federal Reserve.
- Os consumidores esperam aumentos significativos em categorias específicas, como combustíveis (4,2%), assistência médica (9,3%) e aluguel (9,1%).
A pesquisa do Federal Reserve de Nova York revelou que as expectativas de inflação se mantiveram em 3% em junho, mesmo nível registrado em janeiro. As preocupações iniciais sobre o impacto das tarifas impostas pelo presidente Donald Trump na inflação parecem ter diminuído.
Desde o início do ano, quando as tarifas geraram temores de um aumento acentuado da inflação, a situação se estabilizou. Em junho, a expectativa de inflação teve uma leve queda de 0,2 pontos percentuais em relação a maio, após ter atingido um pico de 3,6% em março e abril. As tarifas, que inicialmente eram amplas, agora estão sendo tratadas com uma abordagem mais conciliatória, focando em negociações contínuas.
O índice de preços ao consumidor subiu apenas 0,1% em maio, embora a taxa anual de inflação permaneça em 2,4%, acima da meta de 2% do Fed. As expectativas de inflação para os próximos três e cinco anos se mantiveram em 3% e 2,6%, respectivamente. Apesar da expectativa geral de inflação ter diminuído, os consumidores ainda preveem aumentos significativos em categorias específicas.
Expectativas de Preços
Os respondentes da pesquisa esperam um aumento de 4,2% nos preços dos combustíveis e 9,3% nos custos de assistência médica, o maior desde junho de 2023. Além disso, a expectativa para o aumento das mensalidades universitárias e do aluguel é de 9,1%, enquanto os preços dos alimentos devem subir 5,5%.
A pesquisa também indicou uma melhora nas expectativas de emprego, com uma redução de 1,1 pontos percentuais na previsão de aumento da taxa de desemprego para o próximo ano. A expectativa média de perder o emprego caiu para 14%, o menor índice desde dezembro.
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