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Lyon enfrenta crise após pagamento de salários a jogadores ‘fantasmas’ e apoio ao Botafogo

Lyon precisa urgentemente de 100 milhões de euros para evitar rebaixamento e garantir a continuidade das operações na próxima temporada.

Rebaixamento de Lyon coloca pressão sobre Textor (Foto: JEFF PACHOUD / AFP)
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  • O Lyon enfrenta uma crise financeira após pagar salários a 54 jogadores, mesmo com um elenco principal de menos de 30 atletas.
  • A situação foi revelada pelo jornal francês L’Équipe e está relacionada à gestão de John Textor, ex-presidente do clube.
  • O clube já havia sido rebaixado administrativamente pela Direção Nacional de Controle e Gestão (DNCG) devido a irregularidades financeiras.
  • Entre as contratações polêmicas estão Igor Jesus, Jair e Luiz Henrique, que custaram 91 milhões de euros, mas não jogaram pelo Lyon.
  • Após a renúncia de John Textor, Michele Kang assumiu a presidência e o clube precisa injetar 100 milhões de euros até quinta-feira para evitar a queda à segunda divisão.

O Lyon enfrenta uma grave crise financeira, revelada após o pagamento de salários a 54 jogadores na última temporada, mesmo com um elenco principal de menos de 30 atletas. A informação foi divulgada pelo jornal francês L’Équipe e levanta questões sobre a gestão de John Textor, que liderava a holding Eagle Football. O clube já havia sido rebaixado administrativamente pela Direção Nacional de Controle e Gestão (DNCG) do Campeonato Francês devido a irregularidades financeiras.

Entre as movimentações controversas, destacam-se as contratações de Igor Jesus, Jair e Luiz Henrique, que custaram 91 milhões de euros, mas nenhum deles atuou pelo Lyon. Essas transações foram parte de uma estratégia interna da Eagle Football, que também controla o Botafogo, visando movimentar ativos entre os clubes da rede. Parte dos recursos do Lyon foi utilizada para financiar operações do Botafogo, incluindo salários e infraestrutura, com o objetivo de fortalecer a equipe para a Copa Libertadores e o Campeonato Brasileiro.

A situação se agravou com a renúncia de John Textor à presidência do Lyon, ocorrida na última segunda-feira. Michele Kang, uma bilionária sul-coreana, assumiu o cargo e também foi nomeada diretora executiva da Eagle Football. Para evitar a queda à segunda divisão, o Lyon precisa injetar 100 milhões de euros até quinta-feira e apresentar garantias financeiras do mesmo valor para cobrir as despesas da temporada 2025/26.

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