- O papel do controller, ou gerente de controladoria financeira, se torna essencial na Nova Economia.
- Esse profissional integra contabilidade e finanças, apoiando a tomada de decisões estratégicas.
- Bianca Sincerre, vice-reitora da Saint Paul Escola de Negócios, afirma que o controller moderno antecipa cenários e apoia a gestão em ambientes dinâmicos.
- As transformações econômicas exigem habilidades analíticas e de comunicação, além de compreensão dos indicadores de mercado.
- A Saint Paul Escola de Negócios lançou um curso para formar controllers, abordando temas como demonstrações financeiras e análise de rentabilidade.
Na Nova Economia, o papel do controller, ou gerente de controladoria financeira, se torna cada vez mais crucial. Esse profissional é essencial para a tomada de decisões estratégicas, integrando contabilidade e finanças com uma visão ampla do negócio. Bianca Sincerre, vice-reitora da Saint Paul Escola de Negócios, destaca que o controller moderno não apenas registra dados, mas também antecipa cenários e apoia a gestão em um ambiente dinâmico.
As transformações econômicas, impulsionadas pela tecnologia e inovação, exigem que o controller desenvolva habilidades analíticas e de comunicação. O profissional deve compreender indicadores de mercado e estar preparado para lidar com a incerteza e a velocidade das mudanças. A área de controladoria passou a ter um papel de protagonismo, onde a capacidade de prever movimentos se torna indispensável.
Para atender a essa demanda, a Saint Paul Escola de Negócios lançou o curso de formação de controller. O programa é voltado para assistentes, analistas e gerentes de diversas áreas, oferecendo uma imersão nas práticas modernas da controladoria. Entre os temas abordados estão a elaboração de demonstrações financeiras, análise de rentabilidade e apoio a líderes operacionais.
Sincerre enfatiza que o curso é para quem deseja entender as principais questões financeiras no cotidiano dos negócios, independentemente da formação acadêmica. O objetivo é preparar os profissionais para os desafios da Nova Economia, onde a controladoria se torna uma peça-chave na construção do futuro das organizações.
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