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Varejo registra crescimento modesto no terceiro trimestre de 2023

Varejo brasileiro deve crescer 1,44% no terceiro trimestre de 2025, com destaque para vestuário, enquanto alimentos e veículos permanecem estagnados.

Crediário hoje representa em média 40% do faturamento do varejo de moda no Brasil (Foto: Stock Photos/Divulgação)
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  • O Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar) e a FIA Business School projetam um crescimento de 1,44% no varejo ampliado para o terceiro trimestre de 2025.
  • O segmento de Tecidos, Vestuário e Calçados deve crescer 5,35%, com um aumento de 5,65% apenas em agosto.
  • O varejo restrito, por outro lado, deve apresentar uma leve retração de 0,09%.
  • Setores como Veículos, Combustíveis e Equipamentos de Escritório têm variação zero, enquanto Alimentos e Bebidas permanecem estagnados.
  • Outros segmentos em alta incluem Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico (1,94%), Artigos Farmacêuticos (1,10%) e Hipermercados (0,52%). O segmento de Livros, Jornais e Papelaria projeta uma queda de 8,26%.

O Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), em colaboração com a FIA Business School, anunciou suas previsões para o terceiro trimestre de 2025. O varejo ampliado deve registrar um crescimento de 1,44% entre julho e setembro, embora o varejo restrito enfrente uma leve retração de 0,09%.

O segmento de Tecidos, Vestuário e Calçados se destaca com um crescimento de 5,35% no período, impulsionado por uma alta de 5,65% apenas em agosto. Em contrapartida, setores como Veículos, Combustíveis e Equipamentos de Escritório apresentam variação zero, enquanto Alimentos e Bebidas também permanecem estagnados.

Segmentos em Alta e Baixa

Além do crescimento no vestuário, outros segmentos que mostram resultados positivos incluem Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico com 1,94%, Artigos Farmacêuticos com 1,10% e Hipermercados com um modesto avanço de 0,52%. No entanto, o segmento de Livros, Jornais e Papelaria projeta uma queda significativa de 8,26%, a maior entre todos os analisados.

Esses dados refletem um cenário de recuperação econômica ainda frágil, onde o varejo brasileiro enfrenta desafios contínuos. A expectativa é que o crescimento, embora modesto, possa sinalizar uma leve recuperação em um setor que tem lutado contra a estagnação nos últimos anos.

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