- A família de Juliana Marins, publicitária que faleceu em um acidente no Monte Rinjani, na Indonésia, pediu à Polícia Federal uma investigação sobre o vazamento da autópsia, que deveria ser sigilosa.
- Juliana, de 26 anos, sofreu uma queda em uma trilha no dia 21 de junho e a causa da morte foi confirmada como hemorragia interna devido a politraumatismos.
- O corpo foi encontrado a cerca de 600 metros abaixo da trilha original, após dias de busca.
- A nova autópsia realizada no Instituto Médico-Legal do Rio de Janeiro confirmou a causa da morte, mas não determinou a data exata.
- A família planejava divulgar os resultados em uma coletiva marcada para 11 de julho e manifestou interesse em levar o caso a tribunais internacionais, caso se prove negligência das autoridades indonésias no resgate.
Familiares da publicitária Juliana Marins, que faleceu após um acidente no Monte Rinjani, na Indonésia, pedem à Polícia Federal uma investigação sobre o vazamento da autópsia da jovem. O laudo, que deveria ser sigiloso, foi divulgado antes da coletiva de imprensa planejada pela família.
Juliana, de 26 anos, sofreu uma queda em uma trilha no dia 21 de junho. Laudos indicam que a causa da morte foi hemorragia interna decorrente de politraumatismos. O corpo foi encontrado a cerca de 600 metros abaixo da trilha original, após dias de busca. A nova autópsia realizada no Instituto Médico-Legal (IML) do Rio de Janeiro confirmou a causa da morte, mas não conseguiu determinar a data exata.
A família de Juliana, que questiona as conclusões dos legistas indonésios, planejava divulgar os resultados em uma coletiva marcada para 11 de julho. A expectativa era que a Defensoria Pública da União participasse do evento. O laudo indonésio indicava que a jovem poderia ter sobrevivido entre 10 e 15 minutos após a queda, mas a nova avaliação sugere que o tempo de sobrevivência foi ainda menor.
Investigação e Desdobramentos
A família manifestou interesse em levar o caso a tribunais internacionais, caso se prove negligência das autoridades indonésias no resgate. A investigação pela polícia da Indonésia continua, e os resultados de exames complementares ainda não foram divulgados. A situação destaca a necessidade de protocolos de resgate eficazes em áreas turísticas.
Juliana foi localizada viva por turistas, mas não recebeu socorro a tempo. O resgate oficial, realizado pela Basarnas, a agência nacional de busca e salvamento, foi tardio. O corpo da publicitária chegou ao Brasil no dia 1º de julho, após ser transportado pela Força Aérea Brasileira. A família aguarda esclarecimentos sobre o vazamento da autópsia e os desdobramentos da investigação.
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