- O Brasil enfrenta uma crise crônica no suprimento de energia, agravada pela suspensão do horário de verão durante o governo de Jair Bolsonaro.
- O colunista Josias de Souza defende o retorno do horário de verão como uma solução essencial para evitar um colapso energético.
- O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) alerta sobre a degradação da capacidade de atender à demanda no horário de pico nos próximos cinco anos.
- Apesar do avanço na geração de energia solar e eólica, o país ainda depende de usinas térmicas, que são poluentes.
- Josias sugere que a energia nuclear poderia ser uma alternativa viável para diversificar a matriz energética.
O Brasil enfrenta uma crise crônica no suprimento de energia, exacerbada pela suspensão do horário de verão durante o governo de Jair Bolsonaro. O colunista Josias de Souza, em sua análise no UOL News, defende o retorno dessa medida como uma solução crucial para evitar um colapso energético.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) alerta para a degradação da capacidade de atender à demanda no horário de pico, conforme seu planejamento para os próximos cinco anos. A recomendação inclui a adoção de medidas alternativas, sendo o horário de verão uma delas. Josias destaca que, apesar do crescimento econômico, a capacidade de geração de energia não acompanha essa evolução, o que pode resultar em sérios problemas no futuro.
O Brasil tem avançado na geração de energia solar e eólica, mas enfrenta dificuldades para integrar essas fontes ao sistema elétrico. As usinas térmicas, que utilizam carvão e são altamente poluentes, continuam sendo uma necessidade. Josias menciona que a energia nuclear, embora estigmatizada, poderia ser uma alternativa viável para diversificar a matriz energética.
A análise de Josias de Souza ressalta que a falta de soluções efetivas para a crise energética é um problema que persiste desde o governo de Fernando Henrique Cardoso. O retorno do horário de verão é visto como uma “muleta” necessária para reduzir o consumo de energia elétrica, enquanto o país busca alternativas mais sustentáveis.
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