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Token apoiado pela família Trump pode render bilhões a investidores iniciais

Token WLFI, apoiado pela família Trump, avança para listagem em bolsas, abrindo janela de saída com potencial de liquidez de bilhões para investidores iniciais

Donald Trump, um defensor da indústria de ativos digitais, tem reforçado o entusiasmo de quem acredita no potencial dessa indústria
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  • A World Liberty Financial iniciou o processo para listar o token WLFI em bolsas de criptomoedas, abrindo a possibilidade de liquidez para investidores iniciais.
  • O token é cofundado pelo presidente Donald Trump, seus filhos e aliados, com um suprimento de 100 bilhões de tokens WLFI.
  • Em negociações informais, WLFI já é negociado em plataformas secundárias, girando entre 13 e 18 centavos, acima de preços de venda iniciais de 1,5 e 5 centavos.
  • Segundo o white paper, empresas associadas à família Trump podem deter cerca de um terço do suprimento, o que, se valorizado, pode gerar bilhões de dólares para os detentores.
  • A proposta prevê votação futura e cronogramas de bloqueio para os tokens remanescentes; a discussão pode se estender até agosto, com possível aprovação via plataforma Snapshot.

World Liberty Financial avança para listing de seu token WLFI, firmado pela família Trump e aliados, abrindo possibilidade de saída para investidores iniciais e levantando questões sobre governança no mercado de ativos digitais.

A empresa confirmou, via Eric Trump e Donald Trump Jr, que iniciou o processo para listar WLFI em bolsas de criptomoedas. A novidade foi anunciada no dia 4 de julho, em meio a expectativa de maior liquidez para os primeiros apoiadores.

No fórum da World Liberty, mais de 400 respostas apoiaram a proposta, mas ainda não há data para conclusão do processo. A empresa não comentou o assunto à Bloomberg News.

O WLFI foi apresentado no ano passado como token de governança intransferível, com uso em votações sobre o rumo do projeto de finanças descentralizadas. Comércio informal já ocorreu em plataformas secundárias com valores entre 0,13 e 0,18 dólar.

Segundo o white paper de outubro de 2024, empresas ligadas à família Trump e associadas, incluindo o incorporador Steven Witkoff, podem deter cerca de um terço dos 100 bilhões de tokens WLFI. A participação pode representar bilhões de dólares no papel.

Especialistas destacam riscos de liquidez e quedas significativas em longo prazo. Mesmo com avaliações potenciais altas, não há confirmação de valor realizado. O mercado acompanha a possibilidade de venda de parcelas por primeiros detentores conforme o preço subir.

Parte da comunidade e investidores vizinhos planejam movimentos, como venda de pequenas parcelas caso o token alcance faixas entre US$ 2 e US$ 5. Há quem compare com memecoins anteriores, que apresentaram volatilidade expressiva.

O cenário envolve também o aumento recente de patrimônio de Donald Trump sob o guarda-chuva de atividades digitais. A Casa Branca afirma que o presidente está separado de seus negócios, com ativos sob gestão familiar. As regras de governança seguem em avaliação.

O projeto WLFI já atraiu participantes internacionais e nomes ligados ao setor, como o criador do marketplace DWF Labs e o investidor Justin Sun, sem respostas oficiais de as respectivas partes. A World Liberty também lançou a stablecoin USD1, utilizada em operações envolvendo outras plataformas.

Se a bolsa aceitar o WLFI, pode haver venda futura com cronogramas de bloqueio para quem entrou cedo. A decisão final depende de votações na plataforma Snapshot, conforme o líder de um grupo da comunidade World Liberty, com previsão de definição até agosto.

Fontes associadas ao tema indicam que a proposta poderá trazer ganhos potenciais para primeiros compradores, mas também riscos de volatilidade e impactos regulatórios. A Bloomberg acompanha o andamento do caso.

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