- A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ajuizou uma ação de execução fiscal contra o Corinthians.
- O clube deve pagar R$ 16.759.972,83 em dívidas tributárias em até cinco dias.
- A ação foi protocolada na Justiça Federal de São Paulo no dia 30 de junho.
- As dívidas incluem contribuições previdenciárias e para entidades do Sistema S, como Sesc, Senac e Senai.
- Caso o pagamento não seja realizado, a PGFN poderá solicitar o bloqueio de valores e a penhora de bens.
A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) protocolou uma ação de execução fiscal contra o Corinthians, cobrando R$ 16.759.972,83 em dívidas tributárias. A ação foi registrada na Justiça Federal de São Paulo no dia 30 de junho e exige que o clube pague o valor em até cinco dias. Caso contrário, a PGFN poderá solicitar o bloqueio de valores e a penhora de bens.
As dívidas em questão referem-se a contribuições previdenciárias sobre a folha de pagamento e a contribuições para entidades do Sistema S, como Sesc, Senac e Senai. A PGFN destaca que os débitos incluem valores significativos, com lançamentos superiores a R$ 400 mil mensais em diversos períodos. Entre os valores destacados, está uma contribuição de R$ 2,6 milhões referente ao SESC, que também foi inscrita em junho deste ano.
A situação financeira do Corinthians já era preocupante, com dificuldades relacionadas a dívidas tributárias e previdenciárias. A nova ação da PGFN intensifica as preocupações sobre a saúde financeira do clube, que enfrenta um cenário desafiador. O prazo estipulado para o pagamento da dívida é um alerta para a diretoria, que terá que agir rapidamente para evitar complicações maiores, como o bloqueio de contas e a penhora de bens.
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