- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma tarifa de 35% sobre importações canadenses, impactando negativamente o mercado financeiro.
- O S&P 500 e o Nasdaq, que haviam atingido recordes, devem apresentar recuo.
- Trump também enviou cartas a outros países, incluindo a União Europeia, aumentando a incerteza no mercado.
- Adam Crisafulli, da Vital Knowledge, afirmou que a situação é “extremamente fluida” e que as cartas geraram surpresa.
- Apesar da pressão, Goldman Sachs e Bank of America elevaram suas previsões para o S&P 500, prevendo um aumento de 6% até o final do ano.
Wall Street enfrenta pressão após o anúncio de tarifas de 35% sobre importações canadenses feitas pelo presidente Donald Trump. A medida, divulgada em uma carta postada nas redes sociais, impactou negativamente o mercado financeiro, que já lidava com incertezas. O S&P 500 e o Nasdaq, que haviam alcançado recordes na quinta-feira, devem recuar.
Além do Canadá, Trump também indicou que enviaria uma carta à União Europeia, embora os detalhes sobre novas tarifas ainda não estejam claros. Adam Crisafulli, da Vital Knowledge, destacou que a situação permanece “extremamente fluida” e que as cartas enviadas a diversos países, incluindo o Vietnã, têm gerado surpresa e incerteza.
Apesar do cenário conturbado, alguns analistas acreditam que o mercado pode se recuperar. Goldman Sachs e Bank of America elevaram suas previsões para o S&P 500, com Thorne Perkin, presidente da Papamarkou Wellner Perkin, prevendo um aumento de 6% até o final do ano. Ele ressaltou a resiliência do mercado, que frequentemente se recupera de notícias negativas.
Entretanto, Crisafulli alertou que a complacência dos investidores em relação à incerteza tarifária pode ser arriscada. O S&P 500, que subiu 26% desde 8 de abril, pode estar se preparando para um ajuste, à medida que os investidores continuam a ignorar as ameaças de Trump. O clima de incerteza persiste, e a volatilidade do mercado deve continuar à medida que novas informações surgem.
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