- Donald Trump foi vaiado durante a final do Mundial de Clubes da FIFA, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, no dia treze de julho.
- A vaia ocorreu quando sua imagem apareceu nos telões durante o hino nacional.
- Trump assistiu ao jogo entre Chelsea e Paris Saint-Germain ao lado da primeira-dama Melania Trump e do presidente da FIFA, Gianni Infantino.
- A partida terminou com a vitória do Chelsea por três a zero, que conquistou o título.
- A presença de Trump exigiu um esquema de segurança rigoroso, com aumento de policiais e controle de acesso, refletindo a polarização em torno de sua figura.
Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos, foi vaiado durante a final do Mundial de Clubes da FIFA, realizada no último domingo (13) no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A vaia ocorreu quando sua imagem apareceu nos telões do estádio durante o hino nacional, gerando reações negativas do público.
Trump assistiu ao jogo entre Chelsea e Paris Saint-Germain ao lado da primeira-dama Melania Trump e do presidente da FIFA, Gianni Infantino. O Chelsea venceu a partida por 3 a 0, conquistando o título. Infantino destacou a importância do apoio do governo americano para a realização de eventos dessa magnitude, especialmente com os Estados Unidos se preparando para sediar a Copa do Mundo de 2026.
Segurança Reforçada
A presença de Trump exigiu um esquema de segurança rigoroso, com um aumento no número de policiais e a utilização de cães farejadores. O acesso ao estádio foi controlado por protocolos rígidos, o que causou congestionamentos nas imediações. Essa militarização do evento foi notável, com helicópteros sobrevoando a área.
Após a partida, Trump participou da cerimônia de premiação, onde entregou as medalhas e o troféu ao Chelsea. O clima no estádio foi tenso, refletindo a polarização em torno da figura do ex-presidente. A recepção negativa em eventos esportivos não é uma novidade, evidenciando a divisão política nos Estados Unidos.
Relações com a FIFA
A relação entre Trump e Infantino tem se fortalecido, especialmente com a FIFA anunciando a abertura de um escritório na Trump Tower, em Nova York. Infantino afirmou que o apoio do governo americano é crucial para o sucesso do Mundial de Clubes, que gerou R$ 10 bilhões.
A presença de Trump em eventos esportivos continua a gerar controvérsias, refletindo a intersecção entre política e esporte. O episódio no MetLife Stadium ilustra como sua figura polarizadora provoca reações intensas, mesmo em ambientes que deveriam ser apolíticos.
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