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Morgan Stanley recomenda cautela com CrowdStrike, mas Jim Cramer discorda

CrowdStrike enfrenta reavaliação após rebaixamento do Morgan Stanley, mas Jim Cramer vê potencial de compra no segundo semestre.

Foto: Reprodução
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  • As ações da CrowdStrike, empresa de cibersegurança, aumentaram 50% desde abril, mas a empresa enfrenta preocupações sobre sua avaliação elevada e um histórico de problemas, como uma falha de TI em julho de 2022.
  • O banco Morgan Stanley rebaixou a classificação da CrowdStrike de “compra” para “igual peso”, mas elevou o preço-alvo das ações de 490 para 495 dólares.
  • O analista do Morgan Stanley considera que este é um momento de pausa para a empresa, que está negociada a 21 vezes suas vendas esperadas para 2026, acima da média de 12 vezes para grandes empresas de software.
  • Jim Cramer, comentarista e investidor, vê a queda das ações como uma oportunidade de compra e acredita que a demanda por soluções de cibersegurança continuará alta, apesar de cortes orçamentários pelo governo dos Estados Unidos.
  • Após o anúncio de cortes de mais de 1 bilhão de dólares em gastos com cibersegurança, as ações da CrowdStrike caíram 5%, acompanhadas por quedas em outras empresas do setor.

CrowdStrike, uma das principais empresas de cibersegurança, viu suas ações aumentarem 50% desde abril, mas enfrenta desafios com sua avaliação elevada e um histórico de problemas, incluindo uma falha de TI em julho de 2022. Recentemente, o banco Morgan Stanley rebaixou a classificação da empresa, passando de “compra” para “igual peso”, embora tenha elevado o preço-alvo das ações de 490 para 495 dólares.

O analista do Morgan Stanley acredita que é um momento de pausa para a CrowdStrike, que atualmente é negociada a 21 vezes suas vendas esperadas para 2026, superando a média de 12 vezes para grandes empresas de software. Apesar das preocupações sobre a avaliação, o investidor e comentarista Jim Cramer vê a queda das ações como uma oportunidade de compra. Ele afirmou que, mesmo com cortes orçamentários em cibersegurança pelo governo, a empresa deve ter um desempenho forte no segundo semestre.

Cramer destacou que a CrowdStrike continua sendo um líder no setor, impulsionada por tendências de inteligência artificial. Ele também mencionou que, após a falha de TI, a empresa conseguiu manter a confiança dos clientes com pacotes de serviços, o que deve resultar em um desempenho melhor na segunda metade do ano.

Entretanto, a recente proposta de orçamento do governo dos EUA, que prevê cortes de mais de 1 bilhão de dólares em gastos com cibersegurança, gerou preocupações no mercado. As ações da CrowdStrike caíram 5% após o anúncio, acompanhadas por quedas em outras empresas do setor, como Palo Alto Networks e Zscaler. Cramer, no entanto, acredita que a demanda por soluções de cibersegurança permanecerá alta, dada a crescente atividade de atores maliciosos.

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