- Empresas de semicondutores na Malásia estão adiando investimentos devido à incerteza sobre tarifas dos Estados Unidos, que podem aumentar em até 25%.
- O presidente da Associação da Indústria de Semicondutores da Malásia, Wong Siew Hai, informou que as companhias aguardam uma definição do governo americano sobre a isenção de tarifas, prevista para ser decidida até 1º de agosto.
- A indústria representa cerca de 10% da produção global de semicondutores e 40% das exportações de produtos elétricos e eletrônicos da Malásia.
- Em abril, o país já enfrentou tarifas de 24%, que foram reduzidas para 10% após uma pausa de 90 dias.
- O governo malaio comprometeu 25 bilhões de ringgits (aproximadamente 5,9 bilhões de dólares) para apoiar o setor, visando dobrar as exportações até 2030.
Empresas de semicondutores na Malásia estão adiando investimentos devido à incerteza sobre tarifas dos EUA, que podem aumentar em até 25%. O presidente da Associação da Indústria de Semicondutores da Malásia, Wong Siew Hai, afirmou que as companhias aguardam uma definição do governo americano sobre a isenção de tarifas, que deve ser decidida até 1º de agosto.
A indústria, que representa cerca de 10% da produção global de semicondutores e 40% das exportações em produtos elétricos e eletrônicos da Malásia, já enfrentou tarifas de 24% em abril. Após uma pausa de 90 dias, essa taxa foi reduzida para 10% para facilitar negociações. Os EUA são o terceiro maior mercado para as exportações de semicondutores da Malásia, tornando a situação ainda mais crítica.
Wong destacou que a indústria já sente um aumento nos custos operacionais devido ao novo imposto sobre vendas e serviços, que entrou em vigor em 1º de julho. As empresas precisam se adaptar e melhorar a produtividade por meio de inteligência artificial, automação e robótica para se manterem competitivas.
O governo malaio comprometeu 25 bilhões de ringgits (aproximadamente US$ 5,9 bilhões) para apoiar o setor, com o objetivo de dobrar as exportações para 1,2 trilhão de ringgits até 2030. A Malásia busca se consolidar como o sexto maior exportador de chips do mundo, aproveitando sua posição estratégica na cadeia global de suprimentos, com instalações de empresas como Intel Corp. e GlobalFoundries Inc..
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