- A partir de 1º de agosto, os juros de empréstimos estudantis federais serão cobrados novamente, após um ano de forbearance sem juros.
- Os mutuários que participaram do plano Saving on a Valuable Education (SAVE) devem escolher novos planos de pagamento, como o Income-Based Repayment Plan.
- A Secretaria de Educação dos EUA informou que a retomada dos juros visa trazer responsabilidade fiscal ao portfólio de empréstimos.
- Se não optarem por um novo plano até julho de 2028, os mutuários serão transferidos automaticamente para o Repayment Assistance Plan.
- Durante o período de forbearance, os mutuários não pagaram mensalidades, mas seus saldos aumentaram em média R$ 300,00 em juros por mês.
Milhões de mutuários de empréstimos estudantis federais enfrentarão um novo desafio a partir de 1º de agosto, quando os juros começarão a ser cobrados novamente. Após um período de forbearance sem juros, que durou cerca de um ano, os mutuários que aderiram ao plano Saving on a Valuable Education (SAVE), implementado pela administração Biden, precisarão escolher novos planos de pagamento.
A Secretaria de Educação dos EUA anunciou que a retomada dos juros é uma medida para trazer responsabilidade fiscal ao portfólio de empréstimos estudantis. Com a decisão de um tribunal federal, o plano SAVE pode ser eliminado até julho de 2028, forçando os mutuários a optarem por alternativas de pagamento. A secretária de Educação, Linda McMahon, enfatizou a urgência para que os mutuários transitem rapidamente para um plano legal, como o Income-Based Repayment Plan.
Os mutuários que não escolherem um novo plano até julho de 2028 serão automaticamente transferidos para o Repayment Assistance Plan. Durante o período de forbearance, os mutuários não precisaram fazer pagamentos mensais, mas seus saldos devedores começarão a aumentar, com uma média de 300 dólares em juros adicionais por mês, conforme análise do Student Borrower Protection Center.
Opções de Pagamento
Atualmente, a única opção de pagamento disponível é o Income-Based Repayment Plan, que limita os pagamentos mensais a uma fração da renda discricionária dos mutuários. Embora o plano Repayment Assistance Plan esteja previsto para ser lançado no próximo ano, a Secretaria de Educação recomenda que os mutuários considerem a inscrição no plano de pagamento baseado na renda até que novas opções sejam implementadas.
A situação é complexa, pois o tempo em forbearance não conta para programas de perdão de empréstimos, como o Public Service Loan Forgiveness. Com um backlog significativo de aplicações, muitos mutuários relatam esperas de até um ano para a inscrição em novos planos. A urgência em encontrar soluções é clara, já que a data de 1º de agosto se aproxima rapidamente.
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