- O aluguel residencial no Brasil aumentou 0,51% em junho de 2025, após altas de 1,15% em abril e 0,59% em maio.
- No primeiro semestre, a alta acumulada foi de 5,66%, superando a inflação de 2,99%.
- As capitais com as maiores variações foram Campo Grande (12,6%), Belém (8,9%) e Aracaju (8,7%). Brasília registrou queda de 2,08%.
- Nos últimos 12 meses, o aluguel acumulou alta de 11,02%, acima da inflação de 5,35%. O preço médio de locação foi de R$ 49,23 por metro quadrado.
- A rentabilidade média anual do aluguel foi de 5,93%, com imóveis de um dormitório apresentando a maior rentabilidade, de 6,72%.
O aluguel residencial no Brasil apresentou um aumento de 0,51% em junho de 2025, após altas de 1,15% em abril e 0,59% em maio. No primeiro semestre, a alta acumulada foi de 5,66%, superando a inflação de 2,99% no mesmo período.
As capitais que se destacaram com as maiores variações foram Campo Grande (12,6%), Belém (8,9%) e Aracaju (8,7%). Em contraste, Brasília foi a única capital a registrar queda, com uma redução de 2,08%. São Paulo e Rio de Janeiro também apresentaram altas significativas, com 5,85% e 7,51%, respectivamente.
Variações de Preços
Nos últimos 12 meses, o aluguel acumulou uma alta de 11,02%, novamente acima da inflação medida pelo IPCA, que foi de 5,35%. O preço médio de locação em junho foi de R$ 49,23 por metro quadrado, com variações conforme o tipo de imóvel. As unidades de um dormitório tiveram o preço médio mais elevado, de R$ 66,48, enquanto as de três dormitórios apresentaram os menores preços, de R$ 41,98.
Entre as capitais, São Paulo se manteve como a mais cara, com R$ 61,32 por metro quadrado, seguida por Belém (R$ 58,99) e Recife (R$ 58,78).
Rentabilidade do Aluguel
A rentabilidade média anual do aluguel residencial foi de 5,93%, ligeiramente abaixo de aplicações financeiras como a poupança. Imóveis de um dormitório destacaram-se com a maior rentabilidade, atingindo 6,72% ao ano, enquanto imóveis com quatro ou mais dormitórios apresentaram a menor taxa, de 4,89%.
As maiores rentabilidades anuais foram registradas em Manaus (8,44%) e Belém (8,34%), enquanto Vitória (4,13%) e Curitiba (4,55%) tiveram as menores taxas.
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